03194naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501470007626000090022352025950023265000260282765000180285365000300287177301350290111332772023-05-04 2023 bl uuuu u00u1 u #d1 aRUPP, G. S. aLetalidade e excre????o de am??nia de Holothuria (Halodeima) grisea Selenka, 1867 em exposi????o ?? baixas salinidades.h[electronic resource] c2023 aO pepino-do-mar, Holothuria (Halodeima) grisea Selenka, 1867 ?? um equinodermo tropical, epibent??nico, n??o estuarino, que habita cost??es rochosos inter-mareais desde a regi??o do Caribe at?? Santa Catarina, Brasil. O alto valor comercial, as recentes amea??as da captura n??o regulamentada, e o potencial uso de pepinos-do-mar na aquicultura multitr??fica integrada destacam esta esp??cie como candidata ?? aquicultura no Brasil. O conhecimento dos limites de toler??ncia de um organismo ?? baixa salinidade ?? fundamental para a adequada sele????o de locais para a aquicultura. Entretanto, para H. grisea efeitos da exposi????o a baixas salinidades sobre a mortalidade e estresse fisiol??gico ainda s??o desconhecidos. Exemplares adultos foram coletados em Porto Belo (SC) (Lat. 27o 09? 18?; Long. 48 o 33? 48? W) em abril/maio de 2022 (Licen??a Brasil/MMA/SISBIO n?? 68215). Dois ensaios laboratoriais foram realizados para determinar a mortalidade e a excre????o de am??nia em baixas salinidades. As salinidades testadas no primeiro ensaio foram 34, 30, 25, 20 e 15. O segundo ensaio testou as salinidades 20, 15, 10, 5 e 0. A temperatura ambiente foi controlada em ambos os ensaios (20,5oC ?? 1,5), o pH e a am??nia foram monitorados diariamente. Os experimentos foram realizados em aqu??rios de 10 L com quatro repeti????es por tratamento. As observa????es foram feitas em 6, 12 e 24 horas de exposi????o e, posteriormente, a cada 24 horas at?? 144 horas. Os indiv??duos foram considerados mortos, quando os p??dios n??o mais se fixavam ??s paredes do recipiente e n??o apresentavam resposta contr??til ap??s o toque com um bast??o de vidro. A morte foi confirmada ap??s devolv??-los ?? 34 PSU e nenhuma atividade sendo recuperada. No primeiro ensaio n??o foi registrada mortalidade ap??s 144 horas de exposi????o nas salinidades testadas, por??m aos 20 e 15 PSU os indiv??duos apresentavam-se debilitados ao final do experimento. No segundo ensaio, 100% de mortalidade foi alcan??ada ap??s 6 h a 0 PSU; 24 h a 5 PSU e 48 h a 10 PSU. A excre????o de am??nia ?? resultante do metabolismo de prote??nas, e aumentou com a redu????o da salinidade. Esse aumento pode ser considerado um indicador de estresse fisiol??gico decorrente do catabolismo de amino??cidos para regula????o osm??tica intracelular. H. grisea pode tolerar exposi????o ?? salinidade t??o baixa quanto 15 PSU por at?? 6 dias, o que indica que esta esp??cie ?? relativamente resistente a baixas salinidades. Estas informa????es ser??o importantes para o futuro desenvolvimento da aquicultura de pepino-do-mar no Brasil. aexcre????o de am??nia aPepino-so-mar atoler??ncia ?? salinidade tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE AQUICULTURA E BIOLOGIA AQU??TICA, 10., 2023, Florian??polis. Resumos... Florian??polis: Aquabio, 2023.