05365naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501640007926000090024352047670025265000250501965000200504470000180506477301250508211327332022-11-11 2022 bl uuuu u00u1 u #d1 aANDRADE, E. R. aAvalia????o in vitro da efici??ncia de produtos qu??micos e alternativos no controle de podrid??o mole causada por Mucor spp. em ameixa.h[electronic resource] c2022 aNos meses de janeiro e fevereiro de 2009, em um pomar localizado em Fraiburgo, estado de Santa Catarina, observou-se a presen??a em ameixas (Prunus salicina), em fase de pr??-colheita da cultivar Camila, o desenvolvimento de um bolor de cor verde oliv??cea. Em geral, os frutos com esse sintoma apresentavam rachadura, sobre as quais come??ava a infec????o pelo fungo. Frutos dessa cultivar em p??s-colheita, tamb??m mostraram o mesmo sintoma durante armazenamento em condi????es ambientes. Para determinar a etiologia do agente causal respons??vel pelos sintomas apresentados pelos frutos de ameixa, isolou-se o fungo no laborat??rio de Fitossanidade da Esta????o Experimental de Videira/Epagri em meio ??gar-??gua. Ap??s o isolamento, o fungo foi repicado para placas de petri contendo o meio BDA e incubados em c??mara tipo BOD. As observa????es ao microsc??pio estereosc??pico ??tico, do crescimento f??ngico, possibilitou a identifica????o morfol??gica do pat??geno como pertencente ao g??nero Mucor, que causa podrid??o mole nos frutos afetados em pr?? e p??s-colheita. Realizou-se o teste de patogenicidade em frutos de ameixa da cultivar Camila sadios, para confirmar os postulados de Koch. Al??m da cultivar Camila, foram inoculadas tamb??m frutos da cultivar Let??cia e p??ssegos maduros, para determinar sua patogenicidade em outras cultivares e outras frutas de caro??o, o que se confirmou com os resultados dos testes realizados. Reprodu????o dos sintomas de Mucor spp. foi confirmada dois dias ap??s a inocula????o dos frutos, e o pat??geno foi reisolado dos tecidos infectados artificialmente, comprovando sua patogenicidade. Os pat??genos em p??s-colheita s??o controlados basicamente pela aplica????o de fungicidas, havendo a necessidade de testar compostos e produtos alternativos para manejo dessas doen??as, visando diminuir os res??duos qu??micos nos frutos. Al??m disso, ao longo dos anos, aumentou a sele????o de isolados resistentes dos principais pat??genos envolvidos nas podrid??es de frutos em ameixa. O ensaio para testar a efici??ncia de produtos qu??micos e alternativos no controle de Mucor spp. foi realizado no laborat??rio de Fitossanidade da Esta????o Experimental de Videira/Epagri, SC, na safra 2020/21. O in??culo do fungo utilizado foi isolado de frutos de ameixa Camila e cultivado em meio de cultura ??gar-??gua para obten????o de cultura monosp??rica do fungo. Ap??s o isolamento, o fungo foi repicado para meio BDA e cultivado por 3 dias em c??mara de incuba????o tipo BOD. Os tratamentos com os produtos a serem testados no controle de Mucor spp., foram utilizados nas dosagens dos produtos recomendadas pelo fabricante (g ou mL) por 100 L de ??gua e foram os seguintes: Bacillus subtilis linhagem QST 713 (2000), Folpet (210), Desinfetante a base de Cl ativo (150), Iprodione (150), Pirimetanil (200) e Bicarbonato de K (200). A testemunha consistiu de placas de petri somente com BDA. Cada produto foi adicionado em BDA fundente, e vertido para placa de petri (di??metro= 9cm). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com sete tratamentos em cinco repeti????es, totalizando 35 parcelas. O in??culo consistiu de um disco de mic??lio de 0,5 cm de di??metro, colocado no centro de cada placa. A incuba????o das placas foi a 27??C, em c??mara de incuba????o tipo BOD. As avalia????es foram realizadas tr??s dias ap??s a inocula????o do fungo, quando nas placas testemunhas o crescimento micelial atingiu a borda da placa, pela medi????o do di??metro das col??nias em cada parcela. Pelos resultados obtidos no ensaio os produtos que inibiram completamente o crescimento micelial do fungo foram Bacillus subtilis linhagem QST 713 e Bicarbonato de K. Em seguida os mais eficientes foram Iprodione, Pirimetanil, Folpet e Desinfetante a base de Cl ativo, com 1,0; 2,7; 3,0 e 4,0 cm de di??metro de crescimento micelial do fungo, respectivamente. Todos os tratamentos diferiram da testemunha, onde n??o houve inibi????o do crescimento f??ngico. O uso de produtos ?? base de cloro, no controle de pat??genos em p??s-colheita, tais como Botrytis cinerea, M. piriformis e Penicillium expansum, em diversas culturas, como p??ra, p??ssego e ervilha foi estudado por diversos autores. A germina????o de con??dios de Monilinia laxa foi totalmente inibida por desinfetante a base de cloro a 100 ??g/ mL, independente da dura????o do tratamento, quando adicionado na ??gua de lavagem de frutos, reduzindo os n??veis de con??dios, dispensando a utiliza????o de fungicidas para o tratamento dos frutos em p??s-colheita. Foi observado tamb??m, que esses produtos auxiliam na degrada????o de fungicidas em frutas frescas, como o mancozeb, por exemplo, reduzindo a quantidade de res??duos qu??micos nos frutos. amanejo p??s-colheita aPrunus salicina1 aB??, M. A. D. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 27., 2022, Florian??polis, SC. Anais... Jaboticabal, SP: SBF, 2022. p. 214-216