03151naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000230006024501080008326000090019152024730020065000200267365000170269365000110271065000230272170000230274470000230276770000150279077301400280511318672022-03-11 2021 bl uuuu u00u1 u #d1 aNOGUEIRA, P. H. S. aCONTROLE DE BOTRYTIS CINEREA NA CULTURA DA GOIABEIRA SERRANA NO CICLO 2020/2021.h[electronic resource] c2021 aDentre as fruteiras nativas com aptid??o para explora????o comercial no Sul do Brasil, a goiabeira serrana (Acca sellowiana) se destaca. Acometida por algumas doen??as ao longo de seu ciclo, o Botrytis cinerea ?? um pat??geno que acomete flores e frutos da goiabeira serrana. Desta forma, o presente estudo teve como objetivo avaliar a efici??ncia de alguns produtos no controle de B. cinerea no per??odo de flora????o da goiabeira serrana. Em condi????es de campo no ciclo 2020/2021 o experimento foi conduzido em um pomar de goiabeira copa 'Helena' enxertada sobre o porta-enxerto acesso 101 com 13 anos de idade. No in??cio, meio e final da flora????o plantas receberam os seguintes tratamentos: T1: Testemunha (sem pulveriza????o), T2: Captana (40ml/20L); T3: Iprodiona (40ml/20L); T4: Bacillus subtilis (80ml/20L, Biovalens); T5: B. subtilis (80ml/20L, Bayer); T6: Bacillus amyloliquefaciens (80g/20L, Ihara); T7: B. amyloliquefaciens (20g/20L, Basf) e T8: Tiofanatomet??lico (14g/20L). Flores e frutos com sintomas de podrid??o cinzenta foram infectadas por B. cinerea em condi????es naturais de campo. Na avalia????o da podrid??o cinzenta (09/03/2021) a campo foi determinado o n??mero de flores mumificadas e a incid??ncia de podrid??es em 30 frutos/planta. Tr??s semanas ap??s foram coletados 30 frutos/repeti????o que foram mantidos em bandejas de papel??o a temperatura ambiente (20?? C) por 14 dias para determina????o da incid??ncia de podrid??o em p??s-colheita. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados, com quatro repeti????es. Os tratamentos T1, T2, T3, T4, T5, T6, T7e T8 apresentaram em m??dia 12,5; 13,3; 15,0; 14,16; 22,5; 17,5, 19,16 e 5,0% de incid??ncia de podrid??o em frutos pr??-colheita, respectivamente. Os tratamentos T1, T2, T3, T4, T5, T6, T7e T8 apresentaram em m??dia 6,75; 5,0; 5,25; 4,5; 5,5; 14,16; 4,25 e 4,5 de flores mumificadas, respectivamente. Os tratamentos T1, T2, T3, T4, T5, T6, T7e T8 apresentaram em m??dia 15,0; 20,0; 20,0; 24,16; 24,16; 36,66; 33,33 e 8,33 % de incid??ncia de podrid??o em frutos p??s-colheita, respectivamente. No presente ensaio o tiofanato-met??lico aplicado na flora????o foi o produto que apresentou as maiores redu????es de podrid??es pr?? e p??s-colheita, bem como flores mumificadas. Em contrapartida, alguns Bacillus spp. aumentaram os ??ndices de podrid??es e flores mumificados, o que n??o era esperado, assim novos ensaios devem ser realizados para confirma????o deste resultado. aAcca sellowiana aBacillus spp aHelena aPodrid??o cinzenta1 aLACONSKI, J. M. O.1 aPINTO, F. A. M. F.1 aARAUJO, L. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 52., 2021, Online. Resumos... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2021. p. 293