03206nam a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501410007726000240021830000100024252026920025265300100294465300130295465300230296765300160299070000180300611314262021-10-28 2021 bl uuuu t 00u1 u #d1 aRECH, ??. F. aFracionamento de prote??na bruta e de carboidratos em diferentes cultivares de azev??m-anualbrelat??rio parcial.h[electronic resource] aLages: Epagric2021 a22 p. aNos ??ltimos anos, v??rias cultivares de azev??ns foram lan??adas no mercado e est??o dispon??veis aos produtores. Estes materiais possuem caracter??sticas que os diferenciam uns dos outros, como tamanho de perfilhos, tamanho de folhas, ciclo de produ????o e composi????o nutricional. Em geral forrageiras de clima temperado possuem alto valor nutricional, especialmente alto teor de prote??na bruta (PB) em seu est??dio vegetativo, sendo muito prov??vel que possuam maiores teores de prote??na sol??vel e nitrog??nio (N) n??o proteico de r??pida degrada????o ruminal, o que provocaria alta produ????o de am??nia no r??men e grande perda de N na urina. Quando n??o h?? sincroniza????o entre a disponibilidade de prote??na e a disponibilidade de carboidratos no r??men o crescimento microbiano ?? prejudicado, as perdas nitrogenadas aumentadas e o fornecimento de energia e prote??na para o ruminante s??o diminu??dos. Mas poucos estudos foram desenvolvidos para caracteriza????o das fra????es que comp??e a PB e os carboidratos de azev??ns. O objetivo da presente proposta ?? caracterizar os carboidratos e os compostos nitrogenados de cultivares de azev??m-anual diploides (Empasc 304 ? Serrana) e tetraploides (Winter Star 3, KLm 138), ao longo do ciclo, para obter informa????es mais precisas e que sirvam de base para uma correta suplementa????o alimentar (energ??tica e/ou proteica), adequada tanto ??s necessidades dos microrganismos ruminais quanto ??s necessidades dos ruminantes, incrementando assim, a produ????o animal e reduzindo contamina????o ambiental. Os tr??s materiais ser??o analisados, ao longo do ciclo produtivo, quanto aos teores de mat??ria seca (MS), mat??ria mineral (MM), mat??ria org??nica (MO), prote??na bruta (PB) e extrato et??reo (EE), fibra em detergente neutro (FDN) e ??cido (FDA), prote??na insol??vel em detergente neutro (PIDN) e ??cido (PIDA), e lignina (LIG) de acordo Silva & Queir??s (2009); Digestibilidade in vitro segundo Tilley & Terry (1963) adaptado para mat??ria org??nica (DIVMO). A caracteriza????o das fra????es proteicas e dos carboidratos ser?? feita segundo o CNCPS proposto por Sniffen et al, 1992. A prote??na bruta ser?? fracionada em cinco fra????es: A, B1, B2, B3 e C de acordo com os m??todos anal??ticos descritos por Branco, 2005, e Souza et al. (2006). Para avaliar diferen??as entre os tr??s tratamentos ser??o utilizados a an??lise de vari??ncia. Ser??o verificadas as pressuposi????es de homogeneidade de vari??ncia (teste de bartlett), normalidade dos res??duos (test de shapiro-wilk) e aditividade de blocos. Quando constatados efeitos significativos dos tratamentos, as m??dias ser??o comparadas pelo teste de Tukey. aCNCPS adiploide aLolium multiflorum atetraploide1 aWERNER, S. S.