02817naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024500950007926000090017452022420018365300160242565300200244165300270246170000190248877301400250711312952021-10-08 2021 bl uuuu u00u1 u #d1 aARA??JO, E. R. aFungicidas sist??micos e protetores no manejo do m??ldio da cebola.h[electronic resource] c2021 aM??ldio (Peronospora destructor) ?? a principal doen??a foliar da cebola no estado de Santa Catarina. A combina????o de um clima extremamente favor??vel ?? doen??a com a aus??ncia de cultivares resistentes ?? P. destructor faz com que o controle qu??mico seja a alternativa mais eficaz de manejo atualmente. O objetivo deste trabalho foi avaliar a combina????o de diferentes ingredientes ativos no controle do m??ldio da cebola, em condi????es de campo. Os seguintes ingredientes ativos foram utilizados no ensaio: a) metalaxil-M (100 g/ha) + mancozebe (1600 g/ha); b) bentiavalicarbe isoprop??lico (30 ml/ha) + fluazinam (75 ml/ha); c) metiram (1375 g/ha) + piraclostrobina (125 g/ha); d) propinebe (2100 g/ha); e) fluazinam (500 ml/ha); f) cloridrato de propamocarbe (937,5 ml/ha) + fluopicolida (93,75 ml/ha) + propinebe (2100 g/ha); g) bentiavalicarbe isoprop??lico (56,25 ml/ha) + clorotalonil (562,5 ml/ha); h) mancozebe (2400 g/ha); i) cimoxanil (200 g/ha) + mancozebe (1600 g/ha); j) ??leo de laranja (183 ml/ha) + trifloxistrobina (75 ml/ha) + tebuconazol (150 ml/ha). Dessa forma, os tratamentos foram aplica????es alternadas de: T1 - a/b/c/d; T2 - d/e; T3 - f/a/b; T4 - b/c/g/f; T5 - h/i/a/g; T6 - a/j/b/d; T7 - a/g/c/h; T8 - j/d/e/h; T9 - ??gua. Avaliou-se a severidade da doen??a, por meio da AACPD, e a produtividade de bulbos comerciais (≥ 35 mm de di??metro). De acordo com o teste de agrupamento de Scott-Knott (ρ ≤ 0,05), T9 apresentou o maior valor de AACPD (220,5) e foi o ??nico tratamento que diferiu significativamente dos demais. Com rela????o ?? produtividade, T2 foi o tratamento que resultou na maior produtividade (33,5 ton./ha). T1, T3, T4, T5, T6 e T7 formaram o segundo grupo mais produtivo. Os tratamentos T8 (24,3 ton./ha) e T9 (22,3 ton./ha) foram os menos produtivos. Interessante notar que o tratamento com apenas fungicidas protetores (T2) mostrou uma boa efic??cia no controle da doen??a. Contudo, devido ao curto per??odo de infec????o de P. destructor (1 a 2 dias), se faz necess??rio que a planta esteja sempre protegida, ou seja, aplica????es frequentes. Estudos sobre estrat??gias de manejo devem ser continuados contemplando novos fungicidas e/ou produtos de menor toxicidade. aAllium cepa amanejo qu??mico aPeronospora destructor1 aRESENDE, R. S. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 52., 2021, Online. Resumos... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2021. p. 389