04255naa a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501060007626000090018230000090019149000090020052035440020965300260375365300210377965300150380065300130381570000180382870000190384670000190386570000170388477301120390111311812021-09-09 2021 bl uuuu u00u1 u #d1 aBACK, A. J. aTerraceamento como pr??tica de agricultura conservacionista em Santa Catarina.h[electronic resource] c2021 av. 5 vv. 5 aA eros??o h??drica ?? uma das principais causas de degrada????o do solo, sendo influenciada pela chuva, tipo de solo, topografia, cobertura do solo, sistema de manejo e, tamb??m, pelas pr??ticas conservacionistas. Al??m da degrada????o do solo e da perda de produtividade, a eros??o h??drica tamb??m causa a polui????o e o assoreamento dos corpos h??dricos, uma vez que al??m do carreamento das part??culas s??lidas do solo, tamb??m ocorre o transporte de defensivos agr??colas, mat??ria org??nica e fertilizantes. Para conservar o solo e manter a agricultura competitiva e sustent??vel ?? fundamental a ado????o de pr??ticas de manejo do solo e culturas al??m de pr??ticas conservacionistas complementares que promovam o controle da eros??o. A eros??o h??drica est?? entre os mais relevantes processos determinantes da degrada????o das terras na agricultura brasileira, tornando a ado????o de pr??ticas adequadas um dos grandes desafios para a sustentabilidade da produ????o de gr??os no Brasil. O terraceamento ?? uma das pr??ticas mec??nicas mais antigas e muito eficiente no controle da eros??o h??drica e tem como prop??sito reduzir o comprimento e a declividade da rampa, e assim reduzir o volume, a velocidade e disciplinar o fluxo do escoamento superficial, al??m de promover a infiltra????o e o armazenamento da ??gua no solo. O terraceamento foi muito adotado no Brasil nos de 1970 a 1980, e posteriormente, com ado????o do sistema de plantio direto, houve redu????o dr??stica na ado????o do terraceamento. A redu????o das perdas de solo no sistema de plantio direto incentivou a diminui????o do uso de pr??ticas conservacionistas como cultivo em contorno e em muitos casos motivou a suaviza????o e at?? a elimina????o de terra??os j?? implantados. A dificuldade de mecaniza????o e a perda de ??rea para a constru????o de terra??os foram fatores que justificaram a elimina????o de terra??os. Embora o plantio direto tenha reduzido a eros??o h??drica, ?? not??rio observar-se que a eros??o est?? presente em muitas propriedades rurais. Para De Maria e Peche Filho (2009) mesmo em sistema de plantio direto ?? necess??rio o uso de pr??ticas conservacionistas, sendo que o terraceamento constitui-se em uma alternativa segura para completar a prote????o do solo. O clima do estado de Santa Catarina ?? caracterizado por chuvas frequentes e pelo excesso h??drico, com a ocorr??ncia de eventos extremos de chuva. Quanto ao perfil da ocupa????o agr??cola, identifica-se pequenas propriedades com uso intensivo do solo. Embora em muitas dessas propriedades o plantio direto esteja presente, por um lado evidencia-se sinais de eros??o que repercutem na redu????o da produ????o. Por outro lado, nos per??odos de estiagem as culturas sofrem pela escassez de ??gua. Esses problemas observados elevaram a preocupa????o, da Pesquisa e da Assist??ncia T??cnica e Extens??o Rural para com a necessidade de ado????o de pr??ticas complementares de conserva????o do solo e da ??gua. Dentre essas pr??ticas, o terraceamento foi apontado como uma das principais a serem adotadas nas propriedades onde as condi????es de solo e declividade viabilizam sua ado????o. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo apresentar a metodologia adotada e os resultados da instala????o de Unidades de Refer??ncia T??cnica (URT)em terraceamento no Oeste de Santa Catarina. Como resultados registra-se a ado????o do terraceamento em cerca de 1000 ha de lavouras em dois anos de intensos trabalhos, al??m da conscientiza????o de lideran??as e produtores rurais. aconserva????o do solo aeros??o h??drica ahidrologia aterra??o1 aGARCEZ, J. G.1 aWILDNER, L. P.1 aBASSANI, M. H.1 aGOLIN, A. S. tIn: SIMP??SIO SOBRE SISTEMAS SUSTENT??VEIS, 6., 2021, Online. ANAIS... Porto Alegre: UFRGS, 2021. p. 23-39.