03779naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501820007826000090026052030920026965300090336165300140337065300160338470000140340070000160341470000150343077301400344511303912020-12-03 2020 bl uuuu u00u1 u #d1 aARIOLI, C. J. aEFIC??CIA DE PROGRAMAS DE TRATAMENTOS CONTENDO INSETICIDAS NO CONTROLE DE Grapholita molesta (LEPIDOPTERAbTORTRICIDAE) EM MA???? FUJI EM S??O JOAQUIM/SC.h[electronic resource] c2020 aGrapholita molesta ?? um dos principais problemas enfrentados pelos pomicultores no Brasil. Nesse contexto, a disponibiliza????o de novas mol??culas aliado a rota????o de produtos com modo de a????o diferentes pode auxiliar no manejo, diminuindo a possibilidade de evolu????o da resist??ncia. Assim, realizou-se um experimento em S??o Joaquim/SC entre 24/09/19 a 24/03/20 em macieiras cv. Fuji, com 10 anos de idade em porta-enxerto Marubakaido interenxertado com M.9, plantadas em espa??amento de 5 m entre linhas e 2 m. As pulveriza????es foram realizadas quando atingido o n??vel de controle (20 machos/armadilha/semana), sendo estas aplicadas em 24/09/19; 09/10/19, 23/10/19, 11/11/19, 11/02/2020 e 12/03/2020, respectivamente. Avaliou-se a ec??cia de 5 programas de tratamentos, com aplica????es dos seguintes produtos, nas seguintes ordens e doses: Programa 1: Testemunha (sem aplica????o ao longo de toda a safra); Programa 2: Pyrinex 480 EC (150 mL.100 L-1), sem aplica????o; Rimon Supra (40 mL.100 L-1); Sumithion 500 EC (175 mL.100 L-1); Pyrinex 480 EC e Imidan 500 WP (175 g.100 L-1). Programa 3: Trebon 100 SC (150 mL.100 L-1); Altacor (10 g.100 L-1); Intrepid 240 SC (60 mL.100 L-1); Eleitto (60 mL.100 L-1); Avatar (75 mL.100 L-1) e Delegate (25 g.100 L-1). Programa 4: sem aplica????o, Intrepid 240 SC (60 mL.100 L-1); Rimon Supra (40 mL.100 L-1); Altacor (10 g.100 L-1) Delegate (25 g.100 L-1) e Avatar (75 mL.100 L-1) e Programa 5: sem aplica????o, Avatar (75 mL.100 L-1); Altacor (10 g.100 L-1); Intrepid 240 SC (60 mL.100 L-1); Nomolt 150 (50 mL.100 L-1) e Rimon Supra (40 mL.100 L-1). O experimento foi conduzido em blocos ao acaso com quatro repeti????es. Avaliou-se, visualmente o dano ocasionado por lagartas,em 50 frutos por parcela semanalmente at?? o nal do ensaio. Ao nal de cada m??s foi computado o valor total de dano. Os dados foram submetidos ?? an??lise de vari??ncia pelo teste F e as m??dias comparadas pelo teste Scott-Knott 5% e a porcentagem de controle calculada pela f??rmula de Abbott. Em outubro, novembro e dezembro foi registrado baixa incid??ncia de ataque da praga sem haver diferen??a entre os programas de tratamento. J?? em janeiro/2020, uma signicativa porcentagem de frutos danicados (5,5%) foi observada no programa 1 (testemunha), resultado esse signicativamente diferente dos observados nos programas contento inseticidas. Esse comportamento se manteve nos meses de fevereiro e mar??o, tendo aumento de dano na testemunha para 11 e 40,5%, respectivamente. N??o se observou diferen??a signicativa entre os tratamentos contendo inseticidas. Na avalia????o nal, foi observado dano de 2.0??1.1, 4.0??0.4, 5,5??1,7 e 10.5??3.0 % nos programas 4, 3, 5 e 2, respectivamente. Como conclus??o, o programa com predom??nio de organofosforados (2) apresentou tend??ncia de apresentar os maiores ??ndices de ataque aos frutos pela praga. O programa 5 com foco em reguladores de crescimento durante a pr??-colheita apresentou o resultado intermedi??rio. J?? o programa 4 apresentou uma tend??ncia de melhor resultado, com dano n??o superior a 2%. aFuji aGrafolita ainseticidas1 aLERIN, S.1 aROSA, J. M.1 aBOTTON, M. tIn: SEMIN??RIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2020, S??o Joaquim. Resumos... Florian??polis: Epagri, 2020. p. 115