03726naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501310008026000090021152031070022065300120332765300090333970000180334870000160336670000220338277301400340411302822020-11-24 2020 bl uuuu u00u1 u #d1 aSOUZA, A. L. K. aAVALIA????O DA SEVERIDADE AO M??LDIO DA VIDEIRA DE VARIEDADES PIWI EM COMPARA????O ?? VARIEDADE ISABEL.h[electronic resource] c2020 aUm dos principais problemas fitossanit??rios da viticultura mundial ?? o m??ldio (Plasmopara viticola), conhecida pelo alto potencial destrutivo nas diferentes estruturas vegetativas (folhas) e reprodutivas (infloresc??ncias e cachos). V??rios programas de melhoramento gen??tico da videira v??m utilizando estrat??gias de cruzamentos para desenvolver e selecionar gen??tipos que contemplem alta qualidade enol??gica com resist??ncia a pat??geno. Neste contexto, come??am a ser lan??adas as variedades PIWI (do alem??o ?Pilzwiderstandsf??hige??, que significa ??resistente a doen??as f??ngicas??). A partir de 2015, algumas destas variedades foram introduzidas na Esta????o Experimental da Epagri de Videira (EEV), com o prop??sito de verificar a adapta????o destes gen??tipos ??s diferentes condi????es edafoclim??ticas de Santa Catarina (SC). No alto vale do Rio do Peixe a variedade refer??ncia ?? a Isabel (Vitis labrusca), conhecida pela sua elevada produtividade e menor suscetibilidade a doen??as, quando comparada a variedades europeias (Vitis vinifera). O objetivo deste trabalho foi avaliar a severidade ao m??ldio de variedades PIWI em compara????o a variedade Isabel. O estudo foi realizado na safra 2019/2020 em vinhedo localizado na ??rea experimental da EEV, plantado em 2017, sob porta enxerto Paulsen 1103, com densidade de plantio de 2778 plantas por hectare, conduzidas em cord??o duplo esporonado, com sustenta????o em espaldeira. O manejo de doen??as foi 1/3 menor que o utilizado em variedades vin??feras tradicionais. As variedades estudadas foram Isabel, Cabernet cortis, Johanniter e Sauvignon gris. As avalia????es de incid??ncia e severidade ao m??ldio foram realizadas quinzenalmente a partir do in??cio do aparecimento dos sintomas, at?? o in??cio da queda de folhas. Para a avalia????o de severidade foi utilizada escala diagram??tica com sete n??veis: 1, 3, 6, 12, 25, 50 e 75%. Avaliou- se as folhas distribu??das em dois ramos medianos de uma planta de cada variedade, com cinco repeti????es por variedade. Com os dados obtidos as cultivares foram comparadas atrav??s das vari??veis epidemiol??gicas: (a) valor m??ximo de incid??ncia e severidade (Imax e Smax) e ??rea abaixo da curva do progresso da doen??a (AACPD). Os dados foram submetidos ?? an??lise de vari??ncia e ?? an??lise de m??dias pelo teste de Tukey ?? 5% de probabilidade de erro. Todas as variedades atingiram Imax de 100%, embora as folhas permaneceram nas plantas at?? o in??cio da queda fisiol??gica. As variedades PIWI demonstrara-se mais tolerantes ao m??ldio do que a Isabel (Smax: 81,09% e AACPD: 2985,47). N??o foi observada diferen??a entre ?Cabernet cortis? (Smax: 67,07% e AACPD: 1954,20) e ?Sauvignon gris? (Smax: 71,43% e AACPD: 2434,51). A variedade Johanniter destacou-se das demais por expressar maior resist??ncia (Smax: 59,45% e AACPD: 1542,00). Pelos resultados apresentados, as variedades PIWI analisadas constituem-se em alternativas para a redu????o da aplica????o de fungicidas em ??reas de alta press??o da doen??a, garantindo a seguran??a alimentar e alta qualidade enol??gica. aM??ldio aPIWI1 aPERAZZOLI, V.1 aCALIARI, V.1 aBRIGHENTTI, A. F. tIn: SEMIN??RIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2020, S??o Joaquim. Resumos... Florian??polis: Epagri, 2020. p. 136