02172naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501480007926000090022752015330023665300270176965300240179665300330182065300260185370000200187970000220189977300570192111297682020-07-16 2020 bl uuuu u00u1 u #d1 aHANISCH, A. L. aCan Araucaria forest remnants regenerate after 70 years of animal husbandry? a case study on ca??vas in Southern Brazil.h[electronic resource] c2020 aOs remanescentes de Floresta de Arauc??ria conseguem se regeneram mesmo ap??s 70 anos de uso com pastejo animal? Um estudo de caso nas ca??vas no Sul do Brasil. No sul do Brasil, os fragmentos florestais s??o comumente utilizados como sistemas agroflorestais (SAFs) - chamados de ca??vas - focados na produ????o de erva-mate e na pecu??ria. Embora as ca??vas ajudem a manter a cobertura florestal, h?? uma falta geral de compreens??o dos efeitos desse sistema sobre a diversidade de esp??cies e seu potencial para restaura????o ecol??gica. Com o objetivo de contribuir para o melhor entendimento da din??mica florestal (??rvores e regenera????o) destes SAFs, apresentamos um estudo de caso que avalia, ao longo de um per??odo de seis anos, uma ??rea de ca??va utilizada h?? 70 anos com a pecu??ria. Observamos que o manejo florestal na ca??va altera a estrutura populacional principalmente atrav??s da redu????o da densidade de algumas esp??cies de ??rvores adultas. Por outro lado, a regenera????o potencial mostra crescimento consistente, incluindo v??rias esp??cies n??o encontradas na popula????o adulta. A regenera????o florestal encontrada nas ca??vas mostrou grande resili??ncia, apesar do uso extrativo desses remanescentes por muito tempo. Este resultado pode ser usado para restaurar florestas com uma cobertura florestal densa e diversificada dentro das ??reas ca??vas. Com o manejo correto deste potencial de regenera????o ?? poss??vel manter florestas saud??veis e diversificadas, sendo conservadas atrav??s do uso. aconserva????o pelo uso aIlex paraguariensis amanejo florestal tradicional asistema silvipastoril1 aRADOMSKI, M. I.1 aLACERDA, A. E. B. tFloresta, Curitibagv. 50, n. 3, p. 1537-1546, 2020.