03924naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024502140007826000090029252032250030165300330352665300220355965300230358170000160360477301340362011293102019-12-17 2019 bl uuuu u00u1 u #d1 aFELIPPETO, J. a??ndices de polifen??is totais e perfil crom??tico de Vinhos de Altitude de SCbsubs??dios para a compreens??o da tipicidade dos produtos, com vistas ?? sua eleva????o Ao 'status' de IP.h[electronic resource] c2019 aOs vinhos produzidos nas regi??es de altitude de Santa Catarina t??m merecido destaque na vitivinicultura nacional em fun????o da sua qualidade e tipicidade (BORGHEZAN, 2011). As condi????es edafoclim??ticas presentes nas regi??es do Planalto Catarinense e dos Campos de Palmas em Santa Catarina permitem a obten????o de vinhos com caracter??sticas sensoriais pr??prias e advindas das intera????es entre as condi????es do meio e o metabolismo da videira. Tais condi????es, aliadas ?? maneira de fazer e da excelente reputa????o dos produtos origin??rios dessas regi??es tem sido alvo de a????es efetivas na busca da obten????o da Indica????o de Proced??ncia ?Vinhos de Altitude de Santa Catarina?. As a????es em implementa????o visam a prote????o das caracter??sticas dos produtos, bem como o desenvolvimento territorial da cadeia vitivin??cola do Estado. Foram analisados 40 vinhos tintos, tranquilos, procedentes das safras entre 2010 e 2018 e elaborados com uvas produzidas em diferentes regi??es do Planalto Catarinense e do Planalto de dos Campos de Palmas, em Santa Catarina. As variedades vinificadas foram principalmente Sangiovese, Merlot, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Montepulciano, al??m de cortes intervarietais entre Cabernet Sauvignon e Merlot. Tamb??m foram estudadas variedades diversas que, nesse estudo foram identificadas como ?outras?. O IPT foi determinado de acordo com o m??todo proposto por Singleton & Rossi, (1965), utilizando o reagente Folin-Ciocalteu. As concentra????es de polifen??is totais foram lidas em espectrofot??metro de UV/VIS na faixa espectral de 760 nm, quantificadas por meio de uma curva de calibra????o com ??cido g??lico e expressas em miligramas de Equivalente de ??cido G??lico por litro (mg EAG L-1). A densidade ??tica (DO) tamb??m foi determinada atrav??s da espectrofotometria, nos comprimentos de onda de 420 nm, 520 nm e 620 nm (medidos pela absorb??ncia), em cubetas de 1,00 mm de percurso ??tico. Foram calculados os ??ndices de cor (IC=A420+A520+A620), de acordo os m??todos propostos por Glories (1984) e Amerine & Ough (1988). A ordena????o dos dados obtidos foi realizada com o aux??lio de planilhas Excel, sendo calculadas, para cada vari??vel, as m??dias e os desvios-padr??o. A partir dos dados expostos, depreende-se que os vinhos produzidos no Planalto Catarinense e nos Campos de Palmas, em Santa Catarina, apresentam qualifica????es t??cnicas que atendem plenamente aos crit??rios de qualidade, no que se refere aos seus ??ndices de polifen??is totais e ??s suas caracter??sticas crom??ticas. Os maiores IPT foram observados nas variedades Montepulciano e Merlot e, as menores nas variedades Pinot Noir e Sangiovese. Quanto ?? cor, todos os vinhos mostraram uma adequada intensidade crom??tica, al??m de um predom??nio na faixa espectral ligada ??s tonalidades azuis, especialmente as variedades Sangiovese e Pinot Noir, demonstrando que as amostras analisadas possuem um bom potencial de guarda. Os resultados aqui apresentados poder??o ser utilizados como subs??dio t??cnico para a composi????o de parte dos documentos a serem encaminhados ao INPI para solicitar a concess??o da Indica????o de Proced??ncia dos vinhos de Altitude de Santa Catarina. aIndice de polifen??is totais aPerfil crom??tico aVinhos de altitude1 aCALIARI, V. tIn: WORKSHOP CATARINENSE DE INDICA????O GEOGR??FICA, 8., 2019, Florian??polis. Anais... Florian??polis: Epagri, 2019. p. 318-322.