03713naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501250007626000090020152029860021065300210319665300210321770000180323870000180325670000220327470000230329670000180331970000190333777301390335611291342019-11-21 2019 bl uuuu u00u1 u #d1 aHORN, P. A. aComposi????o fen??lica, atividade antioxidante e citot??xica de res??duos cervejeiros artesanais.h[electronic resource] c2019 aA cerveja ?? uma das bebidas mais populares no mundo. Com o crescimento da produ????o cervejeira, as cervejarias artesanais v??m ganhando espa??o no mercado, resultando no aumento da quantidade de res??duos org??nicos provenientes do processo de mostura e fermenta????o. Todo res??duo industrial necessita de descarte adequado, mas antes disso ?? importante conhecer os compostos ali presentes e se estes ainda possuem mol??culas bioativas ben??ficas a sa??de. Assim, h?? a possibilidade do reaproveitamento e agrega????o de valor a este material. Com isso o objetivo deste trabalho foi caracterizar e comparar os res??duos cervejeiros, baga??o (R1) e levedura (R2) de 5 cervejas artesanais (American Ipa, Imperial Stout, Catharina Sour, Witbier e Belgian Blond Ale) de uma microcervejaria artesanal de Blumenau-SC quanto ao conte??do fen??lico, efeitos antioxidante e citot??xico. Utilizou-se os m??todos de FolinCicalteau e HPLC-MS/MS (QtoF) para determina????o de fen??licos e os resultados de fen??licos totais foram expressos em equivalente de ??cido g??lico (EAG), m??todo de descolora????o do 2,2-difenil-1-picril-hidrazil (DPPH) para avalia????o da capacidade antioxidante (CA) e c??lulas de fibroblastos L929 (Mus musculus L) submetidas ao ensaio brometo de 3-[4,5-dimetilazol-il]-2,5-difeniltetraz??lio para citotoxicidade. As amostras de R2 apresentaram os maiores teores de fen??licos Belgian Blond Ale (5,44 mg EAG mL-1) superiores ao maior teor no R1 (0,57mg EAG mL-1) para a Stout. Os compostos predominantes nas amostras de R1 foram, a catequina (American Ipa, Witbier, Imperial Stout e Belgian Blond Ale) e o ??cido p-cumarico (Catharina Sour). No R2 o ??cido fer??lico foi detectado em todas as amostras e o maior teor foi quantificado na R2 da American Ipa (778,02 ??g L-1). A CA para todas as amostras de R1 ficaram abaixo de 50% e para o R2 variou de 33,66% a 74,84% para as amostras Witbier e Catharina Sour, respectivamente. No teste de IC50, realizada para R2, a Catharina Sour apresentou a menor concentra????o (2,5 mg mL-1). Afim de verificar a correla????o entre a CA e fen??licos totais aplicou-se a correla????o de Pearson, obtendo-se uma forte correla????o para o R1 e R2 (r = 0,956 e 0,890, respectivamente). A elevada CA da Catharina Sour, pode estar relacionada aos conte??dos de catequina e ??cido p- cumarico, por??m ser??o necess??rios mais estudos para esclarecer esta atividade. As amostras R2 foram testadas (CA acima de 50%) e n??o apresentaram citotoxicidade. Apesar do R2 ser gerado em menores quantidades em rela????o R1 que se representou tamb??m como uma fonte valiosa de compostos bioativos, este estudo direciona aten????o para um melhor aproveitamento do R2 como fonte de polifen??is e outros compostos antioxidantes potencialmente ben??ficos ?? sa??de. Visto que estes res??duos cervejeiros possuem propriedades biol??gicas de interesse para a sa??de, o material estudado deve ser aproveitado antes do descarte final como res??duos. abebida artesanal areaproveitamento1 aJUNGES, L. H.1 aPEDRON, N. B.1 aMAGALH??ES, S. A.1 aSILVA FILHO, H. H.1 aREBELO, A. M.1 aZENI, A. L. B. tIn: MOSTRA INTEGRADA DE ENSINO, PESQUISA, EXTENS??O E CULTURA, 13., 2019, Blumenau, SC. Resumos... Blumenau, SC: FURB, 2019. p. 46-47.