02751naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501040007726000090018152021260019065300250231665300250234165300300236670000140239670000220241077301370243211289362019-10-14 2019 bl uuuu u00u1 u #d1 aCanale, M.C. aDetermina????o de ra??as de Colletotrichum lindemuthianum em Santa Catarina.h[electronic resource] c2019 aA antracnose do feij??o, causada pelo fungo Colletotrichum lindemuthianum (Saccardo and Magnus), ?? a principal doen??a da cultura. O pat??geno pode sobreviver em restos culturais e causa les??es nas folhas, caules e vagens e pode ser transmitido via semente. O controle mais apropriado da antracnose ?? pelo uso de cultivares resistentes. Por??m, a obten????o de materiais resistentes ?? dificultada devido ?? alta variabilidade gen??tica do fungo, que resulta na ocorr??ncia de diferentes ra??as do pat??geno, que interagem diferencialmente com os cultivares comerciais de feij??o. O Programa de Melhoramento Gen??tico de Feij??o (PMGF) da Epagri visa desenvolver cultivares resistentes de feij??o ?? antracnose e, para dar suporte a esse objetivo, o Programa conta com um Plano de Monitoramento de Ra??as de C. lindemuthianum em Santa Catarina. Para isso, vagens com les??es de antracnose de diversos cultivares de feij??o foram coletadas durante a safra e safrinha entre os anos de 2015 e 2018 em Guatamb??, Lages, Ponte Serrada e Xanxer?? (SC). Isolados monosp??ricos de C. lindemuthianum foram obtidos a partir das les??es e foram cultivados em meio de cultura de vagem em ??gar para produ????o de in??culo, que foi ajustado para uma suspens??o de 1,2 x 106 con??dios/mL para inocula????o nos bioensaios para defini????o de ra??as utilizando-se uma s??rie estabelecida de 12 cultivares diferenciadoras de feij??o. Determinou-se as ra??as, nas respectivas frequencias mencionadas, 65 (1), 73 (2), 81 (3), 83 (1), 89 (7), 91 (4) e 337. Dentre elas, as ra??as 65, 73 e 81e 83 s??o relatadas como as de mais comum ocorr??ncia no Brasil. Entretanto, a ra??a 89 foi a mais prevalente neste estudo. A ra??a 337 tem relato de ocorr??ncia no Nordeste, enquanto a ra??a 91 ?? de relato in??dito. Os bioensaios com as cultivares diferenciadoras ser??o complementados com an??lise molecular dos isolados. Espera-se, com os resultados do trabalho, delinear uma recomenda????o de cultivares direcionada para as localidades de SC de acordo com as ra??as presentes e tamb??m auxiliar o PMGF na obten????o de cultivares resistentes. aPhaseolus vulgaris L aRa??as fisiol??gicas aVariabilidade patog??nica1 aH??FS, A.1 aKAVALCO, S. A. F. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 51., 2019, Recife, PE. Resumos... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2019.