02609naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501070007726000090018452020120019365300100220565300120221565300170222765300180224470000170226277301480227911286932019-08-26 2019 bl uuuu u00u1 u #d1 aGIEHL, A. L. aCaracteriza????o e din??mica do abate de bovinos em Santa Catarina (2013/2018).h[electronic resource] c2019 aA produ????o de carne bovina ?? uma das principais atividades agropecu??rias de Santa Catarina, sendo respons??vel por 4,6% do VBP agropecu??rio do estado e abrangendo mais de 33 mil produtores. Embora o rebanho e o n??mero de animais abatidos venham crescendo nos ??ltimos anos, o estado produz apenas metade da carne bovina que consome. N??o obstante sua relev??ncia, h?? car??ncia de informa????es sobre a cadeia da bovinocultura, em especial em rela????o ao abate. Em raz??o disso, o presente artigo busca caracterizar esse setor e compreender a din??mica de funcionamento do mesmo. Verificou-se que, apesar do crescimento da produ????o, o n??mero de frigor??ficos caiu 18,7% entre 2013 e 2018. A maior queda foi observada entre os estabelecimentos com SIM, cujo n??mero foi reduzido em 26,8%, enquanto aqueles que possuem SIE registraram retra????o de 14,4% e os que contam com SIF mantiveram seu n??mero inalterado. Observou-se tamb??m que os estabelecimentos com SIE foram respons??veis por 76,9% dos bovinos abatidos em 2018, enquanto as unidades com SIF representaram 18,3% e aquelas com SIM responderam por 4,8%. Em rela????o a 2013, houve crescimento na participa????o dos estabelecimentos com SIE e queda na participa????o dos abatedouros com SIM. Em 2013, os estabelecimentos que abatiam mais de 5.000 bovinos por ano representavam 67,7% da produ????o, montante que passou para 77,2% em 2018. No outro extremo, aqueles que abatem at?? 500 animais por ano respondiam por 3,2% em 2013, caindo para 1,2% em 2018. Esses dados demonstram um processo de concentra????o expressivo em curso. Se, por um lado, isso possibilita um ganho de escala e de efici??ncia produtiva, por outro, tem como efeito colateral a exclus??o dos frigor??ficos que n??o conseguem se adequar ??s mudan??as, al??m dos produtores que n??o atendem aos novos padr??es. Al??m dos aspectos econ??micos, ?? necess??rio considerar as consequ??ncias sociais desse processo, uma vez que ele afeta din??micas locais de desenvolvimento. aabate abovinos acarne bovina afrigor??ficos1 aMONDARDO, M. tIn: CONGRESSO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ECONOMIA, ADMINISTRA????O E SOCIOLOGIA RURAL, 57., 2019, Ilh??us, BA. Anais... Bras??lia: SOBER, 2019.