03061naa a2200169 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501340007926000090021352024680022265300160269065300110270665300270271770000190274477301280276311281042018-11-30 2018 bl uuuu u00u1 u #d1 aARA??JO, E. R. aEFICI??NCIA DE FUNGICIDAS, ??CIDO B-AMINOBUT??RICO E EXTRATO PIROLENHOSO NO CONTROLE DO M??LDIO DA CEBOLA.h[electronic resource] c2018 aNo estado de Santa Catarina, o m??ldio (Peronospora destructor) ?? a principal doen??a foliar da cebola. O controle qu??mico ?? a forma mais eficiente de manejo at?? o momento. Diante disso, ?? importante conhecer a efici??ncia dos fungicidas comerciais no controle da doen??a, bem como prospectar mol??culas de menor toxicidade. Este trabalho objetivou avaliar a efici??ncia de pulveriza????es de fungicidas, ??cido B-aminobut??rico e extrato pirolenhoso na severidade do m??ldio, e consequentemente, na produtividade da cebola. O experimento foi conduzido a campo, em 2017, utilizando o cultivar Empasc 352 Bola Precoce, sabidamente suscet??vel. A doen??a ocorreu por inocula????o natural. Os tratamentos foram: 1 ? propinebe (2.100 g ha-1); 2 ? bentiavalicarbe isoprop??lico (30 ml ha-1) + fluazinam (75 ml ha-1); 3 ? bentiavalicarbe isoprop??lico (40 ml ha-1) + fluazinam (100 ml ha-1); 4 ? bentiavalicarbe isoprop??lico (56,25 ml ha-1) + clorotalonil (562,5 ml ha-1); 5 ? metalaxil-M (100 g ha-1) + mancozebe (1.600 g ha-1); 6 ? ??cido B-aminobut??rico (250 g ha-1); 7 ? ??cido B-aminobut??rico (500 g ha-1); 8 ? ??cido B-aminobut??rico (1.000 g ha-1); 9 ? extrato pirolenhoso (500 ml ha-1); 10 ? ??gua. As pulveriza????es iniciaram 26 dias ap??s o transplante, em intervalo de sete dias, totalizando nove aplica????es. A severidade da doen??a foi quantificada quinzenalmente, com aux??lio de escala de notas para toda a parcela, para c??lculo da ??rea abaixo da curva de progresso da doen??a (AACPD). Bulbos sadios e com di??metro ≥ 35 mm foram considerados para a produtividade comercial. O delineamento experimental foi casualizado em blocos, com tr??s repeti????es. O teste de agrupamento Skott-Knott (p = 0,05) permitiu a diferencia????o dos tratamentos em tr??s grupos para a severidade, e em quatro grupos para a produtividade. Os tratamentos 1 e 5 resultaram em menor severidade da doen??a, com valores de AACPD de 130,6 e 144,6, respectivamente. O tratamento 1 tamb??m resultou em maior produtividade (32,9 ton. ha-1) e o tratamento 5 foi o segundo mais produtivo (26,2 ton. ha-1). Os tratamentos 2; 3 e 4 formaram o terceiro grupo mais produtivo. Os demais tratamentos resultaram em produtividades similares ?? ??gua. A identifica????o de fungicidas mais eficientes ?? importante, pois auxiliar?? produtores e t??cnicos no manejo da doen??a. As mol??culas de menor toxicidade avaliadas neste ensaio n??o foram eficazes no controle do m??ldio. aAllium cepa amanejo aPeronospora destructor1 aRESENDE, R. S. tIn: REUNI??O ANUAL DO INSTITUTO BIOL??GICO, 31., 2018, S??o Paulo. Resumos... S??o Paulo: Instituto Biol??gico, 2018. p. 95