03238naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501100007926000090018952025840019865300270278265300290280965300150283865300170285370000160287070000230288677301350290911279882018-11-22 2018 bl uuuu u00u1 u #d1 aHANISCH, A. L. aDesempenho de gram??neas perenes de ver??o em sistema silvipastoril com eucalipto.h[electronic resource] c2018 aApesar dos benef??cios que os sistemas silvipastoris (SSP) podem trazer ?? produ????o animal, em especial, relacionados ao conforto t??rmico e ao aumento da produtividade, ainda pouco se sabe sobre a adapta????o e o desempenho das esp??cies forrageiras ??s condi????es de sombreamento promovidas pelo sistema. Este trabalho tem como objetivo avaliar a disponibilidade de forragem (DF) de tr??s forrageiras perenes de ver??o, implantadas em um sistema silvipastoril com 150 ??rvores.ha-1 de eucalipto, distribu??das em espa??amento 2,5 x 30 m. Foi utilizado delineamento em blocos casualizados, com quatro repeti????es e tr??s tratamentos formados pelas esp??cies: Hemarthria altissima cv. Fl??rida; Axonopus catharinensis - missioneira-gigante cv. SCS 315 Catarina-gigante e Pennisetum purpureum Schum. cv. BRS kurumi. Cada repeti????o foi formada por um piquete de 800 m2. A ??rea experimental foi implantada em novembro de 2013 e desde abril de 2014 vem sendo utilizada para pastejo com rebanho leiteiro, manejado em pastejo rotativo. Os animais iniciam o pastejo quando as pastagens atingem 0,30 m de altura para as esp??cies hemarhtria e missioneira-gigante e 0,50 m para cv. kurumi. As avalia????es de DF foram realizadas de novembro de 2016 a fevereiro de 2017 atrav??s de cortes no pasto (cinco cortes/piquete) com aux??lio de quadros de 0,25 m2, antes da entrada dos animais. O sombreamento foi medido no in??cio e no final do per??odo de avalia????o, com medidor da radia????o fotossinteticamente ativa, em dez pontos de amostragem/piquete e em dez pontos em ??rea a pleno sol. O eucalipto promoveu um sombreamento m??dio de 20% sobre as forrageiras. Foram realizados cinco cortes no pasto, com intervalo m??dio de 25 dias entre eles para as tr??s esp??cies. A DF total do per??odo diferiu entre as tr??s forrageiras (p=0,0030) sendo de 8350 kg MS.ha-1 para missioneira-gigante, a mais produtiva, confirmando seu potencial de adapta????o a ambientes com restri????o luminosa. Hemarthria e capim-elefante apresentaram 6.037 e 4000 MS.ha-1, respectivamente. O sombreamento moderado promovido por ??rvores de eucalipto com tr??s anos de crescimento foi suficiente para que o capim-elefante cv kurumi indicasse restri????o de crescimento, sendo o menos produtivo. ?? poss??vel que forrageiras mais produtivas em condi????es de sol, como o capim-elefante possam se adaptar ??s condi????es de restri????o luminosa dos SSP, atrav??s do desenvolvimento de diferentes estrat??gias de manejo do pastejo e de aduba????o, que possam compensar as perdas promovidas pelo sombreamento. aAxonopus catharinensis acapim-elefante cv kurumi aHemarthria asombreamento1 aVOGT, G. A.1 aGALLOTTI, G. J. M. tIn: SIMP??SIO DE METODOLOGIAS APLICADAS A ECOSSISTEMAS PASTORIS SEMI??RIDOS, 5., 2018, Fortaleza. Resumos... Fortaleza: UFC, 2018.