02931naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501200008226000090020252022860021165300140249765300130251165300120252465300110253670000200254770000150256770000180258277301250260011278282018-10-18 2018 bl uuuu u00u1 u #d1 aCARDOSO, L. M. L. aProgresso da necrose da medula (Pseudomonas viridiflava) conforme o m??todo de inocula????o.h[electronic resource] c2018 aA regi??o do Alto Vale do Rio do Peixe tem como destaque a produ????o de tomate que abastece o mercado brasileiro no ver??o, sendo a cidade de Ca??ador respons??vel por aproximadamente 31,4% da produ????o Catarinense. Devido ?? grande import??ncia econ??mica e capacidade de gerar empregos, diversos fatores ganham destaque na pesquisa para melhor desempenho da tomaticultura, entre estes, o controle fitossanit??rio. A necrose da medula foi relatada pela primeira vez no Brasil, no estado de S??o Paulo em 1989, em lavouras de tomate estaqueado. Cinco esp??cies est??o relacionadas ao agente etiol??gico dessa doen??a: P. corrugata, P. cichorii, P. marginalis, P. mediterranea e P. viridiflava. Estudos mostram que a fonte de in??culo prim??rio pode estar associada ?? sementes ou mudas infectadas, ao solo ou ??gua de irriga????o. O presente estudo teve como objetivo avaliar o progresso da necrose da medula em tomateiros do cultivar ParonSet inoculadas com P. viridiflava EPAGRI BacPvT1 atrav??s de quatro m??todos de inocula????o: inocula????o via palito, inocula????o via pulveriza????o ap??s a desbrota, inocula????o via agulha e inocula????o por dep??sito de gota no local da desbrota. Como controle-negativo, tomateiros onde n??o foi feito a desbrota foram pulverizados com a suspens??o de bact??rias. Com exce????o da inocula????o via palito, feita pela raspagem de col??nias bacterianas crescidas em meio King B, todos os tratamentos utilizaram um mililitro de uma suspens??o com 106 UFC/mL. Ap??s os tratamentos, as plantas foram acondicionadas em casa de vegeta????o por 14 dias. Posteriormente, as plantas foram seccionadas longitudinalmente para a avalia????o do progresso da doen??a. Os m??todos de inocula????o mais favor??veis ao progresso da doen??a foram a inocula????o via agulha (16,97??4,27 cm de progresso vertical) e por palito (11,83??5,99 cm de progresso vertical), seguido da inocula????o via pulveriza????o em plantas com desbrota (6,19??0,28 cm de progresso vertical). Na inocula????o por dep??sito de gota no local da desbrota n??o foram observados sintomas no per??odo de incuba????o avaliado, sendo necess??rio, talvez, um tempo maior de incuba????o para o aparecimento dos mesmos. No controle negativo n??o foi observado nenhum sintoma da doen??a. aBact??ria aDesbrota aDoen??a aTomate1 aMONTEIRO, F. P.1 aOGOSHI, C.1 aBECKER, W. F. tIn: ENCONTRO T??CNICO-CIENT??FICO DE AGRONOMIA DA UNIARP, 4., 2018, Ca??ador, SC. Resumos... Ca??ador, SC: UNIARP, 2018.