04060naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000230006024501520008326000090023530000060024449000060025052033020025665300110355865300220356965300140359170000240360570000180362970000170364770000180366477301480368211275352018-08-07 2018 bl uuuu u00u1 u #d1 aROJA-MOLINA, A. M. aQUALIDADE P??S-COLHEITA DE FRUTOS DE GOIABEIRA-SERRANA (Acca sellowiana (O. Berg) Burret EM DIFERENTES FASES DE CRESCIMENTO.h[electronic resource] c2018 a2 v2 aA goiabeira-serrana ?? uma fruta nativa do Sul do Brasil e norte do Uruguai e sua produ????o comercial ?? ainda incipiente no Brasil. Os frutos de goiabeira-serrana n??o se desprendem facilmente da ??rvore e quando maduro o fazem. Ap??s ca??rem no solo se tornam sobremaduros; sua polpa escurece e perdem o valor comercial. Entre as t??cnicas dispon??veis para os estudos p??s-colheita, a fluoresc??ncia da clorofila tem sido estudada como uma ferramenta ??til para avaliar o amadurecimento e a senesc??ncia dos tecidos verdes, tanto em folhas quanto em frutos, sendo uma t??cnica n??o destrutiva para avaliar a matura????o do fruto. Uma vez que n??o existem estudos dispon??veis usando a fluoresc??ncia da clorofila em goiabeira-serrana no Brasil, o objetivo deste trabalho foi verificar as rela????es entre os par??metros de fluoresc??ncia e os atributos de qualidade da fruta, como a perda de peso, o di??metro e comprimento do fruto durante o armazenamento e em condi????es de prateleira da goiabeira-serrana. Para isso, foram coletados frutos dos acessos 348 e 350 do Banco Ativo de Germoplasma da Epagri, Esta????o Experimental de S??o Joaquim. Frutos pequenos (<60g), m??dios (60-100g) e grandes (>100g), foram armazenados durante 16 dias a 4??C (refrigerado) e simulando condi????es de prateleira durante sete dias a 19??C, no Laborat??rio de Fisiologia do Desenvolvimento e Gen??tica Vegetal, CCA/UFSC, Florian??polis, SC. As vari??veis n??o destrutivas: fluoresc??ncia da clorofila, a perda de peso, redu????o do di??metro e comprimento dos frutos foram avaliadas aos 0, 16 e 23 dias de armazenamento. Utilizou-se um delineamento inteiramente casualizado no esquema fatorial 2 (acessos) x 3 (dias de armazenamento), com nove repeti????es. Aos 23 dias de tratamento foram determinados os s??lidos sol??veis totais (??Brix), a massa da casca e polpa (g) e a espessura da casca (mm). Quando verificada a normalidade dos dados (Shapiro-Wilk) os resultados obtidos foram submetidos ?? an??lise de vari??ncia, e as m??dias comparadas pelo teste Tukey a 5% de probabilidade de erro. Quando n??o foram normais, foi empregado o teste Kruskal-Wallis. O fator acesso foi altamente relevante para as diferen??as dos tratamentos. A fluoresc??ncia da clorofila foi diminuindo com os dias de armazenamento, encontrando-se diferen??as altamente significativas (p<0,001) entre os acessos e os dias de armazenamento refrigerado e de prateleira. O acesso 348 apresentou frutos de maior peso. Em todos os frutos independentemente do tamanho, a perda de peso foi menor que 5% durante os dias de armazenamento refrigerado, e nas condi????es de prateleira aumentaram consideravelmente, entre 10 e 23%, sendo maiores no acesso 350. Aos 16 e 23 dias as redu????es do di??metro do fruto foram de 13 e 16% para os acessos 348 e 350, respectivamente (p<0,001). Houve intera????o entre os acessos e os dias de armazenamento. Os s??lidos sol??veis totais foram maiores no acesso 350 (11,6??Brix), quando comparados com o 348 (9,5??Brix) independentemente dos tamanhos de fruto. Com o tempo de armazenamento, houve a diminui????o da fluoresc??ncia nos frutos, uma caracter??stica que pode ser utilizada futuramente como medida n??o destrutiva para avaliar o amadurecimento e a senesc??ncia da goiabeiraserrana. afrutos agoiabeira serrana aqualidade1 aSANCHEZ-MORA, F. D.1 aCIOTTA, M. N.1 aSCHUBERT, N.1 aNODARI, R. O. tIn: SEMIN??RIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 13., 2018, S??o Joaquim, SC. Resumos... Florian??polis, SC: Epagri, 2018. p. 128