01978nam a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501150008026000330019530000090022852013380023765300150157565300150159065300300160570000210163570000200165670000130167670000210168970000210171070000170173111273302018-06-20 2018 bl uuuu u0uu1 u #d1 aZAMBONIM, F. M. aPalmeira Imperial (Roystonea sp)bAspectos de cultivo para obten????o de palmito em SC.h[electronic resource] aFlorian??polis: Epagric2018 a8 p. aO palmito ?? um alimento obtido da extremidade apical do estipe (caule) de determinadas palmeiras, composto pela parte macia do estipe e folhas em forma????o. O Brasil ?? um dos maiores produtores e consumidores mundiais, sendo o Estado de Santa Catarina um dos destaques na produ????o nacional, alicer??ando-se, nesse cen??rio, pelo cultivo de esp??cies de palmeiras pertencentes aos g??neros bot??nicos Euterpe (Palmeira Ju??ara e h??bridos E. edulis x E. oleracea), Bactris (Pupunheira) e Archontophoenix (Palmeira-real-australiana). O cultivo comercial de palmeiras pertencentes ao g??nero Roystonea , popularmente conhecidas como Palmeira Imperial, constitui-se na mais recente alternativa para os produtores de palmito catarinenses. Em SC est??o presentes quatro esp??cies de Palmeira Imperial (R. regia, R. oleracea, R. boriquena e R. elata). Origin??rias da Am??rica Central, Caribe e Antilhas foram introduzidas no Brasil como plantas exclusivamente ornamental. Pesquisas agron??micas desenvolvidas em diferentes munic??pios da regi??o do Litoral Norte catarinense revelam que a Palmeira Imperial apresenta patamares de rendimento de palmito compat??veis com as demais esp??cies tradicionalmente cultivadas no Estado. O objetivo do folder ?? descrever as principais recomenda????es para o cultivo da palmeira imperial em SC. afitotecnia apalm??ceas azoneamento agroecol??gico1 aMARIGUELE, K. H.1 aBERTOLDI, F. C.1 aNORA, I.1 aMASSIGNAM, A. M.1 aVIANNA, L. F. N.1 aZABOT, O. A.