02930naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501590007726000090023652022440024565300240248965300190251365300170253270000220254970000200257177301570259111271972018-03-28 2017 bl uuuu u00u1 u #d1 aVISCONTI, A. aEFEITO DE ISOLADOS BACTERIANOS NA INIBI????O DO CRESCIMENTO MICELIAL DE Sclerotium rolfsii, Rhizoctonia solani, e Botrytis cinerea.h[electronic resource] c2017 aA utiliza????o de microrganismos como instrumento de biocontrole de fitopat??genos tem ampliado em import??ncia, devido ?? necessidade de se buscar alternativas vi??veis ao uso de agroqu??micos. A capacidade de biocontrole pode ocorrer em decorr??ncia de v??rios mecanismos, como a produ????o de subst??ncias nocivas aos fitopat??genos ou competindo por espa??o e nutrientes. Indiretamente, pela produ????o de subst??ncias promotoras de crescimento ou induzindo resist??ncia sist??mica no hospedeiro. Este trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de isolados bacterianos Bacillus sp. na inibi????o de crescimento micelial dos fungos fitopatog??nicos: Sclerotium rolfsii, Rhizoctonia solani e Botrytis cinerea. Os fitopat??genos S. rolfsii, R. solani e B. cinerea foram confrontados com 30 isolados bacterianos do g??nero Bacillus sp. por meio da t??cnica do pareamento em placa de Petri. As bact??rias foram riscadas do lado de placas de Petri contendo meio BDA (Batata-Dextrose-??gar) e um disco de BDA contendo mic??lio dos fitopat??genos foi transferido para o lado oposto de cada placa. As placas foram mantidas em incuba????o a 27 ??C ?? 2. Diariamente, durante sete dias, foi avaliado o crescimento micelial para o c??lculo da percentagem de inibi????o do crescimento micelial em rela????o ?? testemunha (%ICM) e da ??rea abaixo da curva de crescimento micelial (AACM) do fitopat??geno. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado em arranjo fatorial 3 X 30 (fitopat??geno x isolado bacteriano) com 5 repeti????es. Os dados foram submetidos a an??lise de vari??ncia e as m??dias comparadas pelo teste de Scott Knott a 5 %. Quanto ao %ICM, oito isolados (5, 10, 16, 22.2, 31.2, 35, 43.2 e 47.2) inibiram o crescimento micelial de B. cinerea, nove isolados (1.2, 10, 14, 16, 22, 28, 31, 35 e 41) inibiram o crescimento micelial de R. solani e cinco isolados (10, 14, 16, 35 e 41) inibiram o crescimento de S. rolfsii. Os isolados bacterianos 10, 16 e 35 inibiram os tr??s fitopat??genos. O isolado 35 apresentou a maior m??dia de inibi????o, com 55,3 %. Em rela????o a AACM os isolados 14 e 35 foram os mais eficientes inibindo os tr??s fitopat??genos. O isolado 35 foi o mais eficiente nos dois m??todos analisados. acontrole biol??gico aFitopat??genos aHorticultura1 aMORALES, R. G. F.1 aDINIZ, F. C. P. tIn: SIMP??SIO LATINO-AMERICANO SOBRE BIOESTIMULANTES NA AGRICULTURA, 1., 2017, Florian??polis, SC. Resumos... Florian??polis, SC: CCA/UFSC, 2017. p. 161