02966naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501460007726000090022352022920023265300240252465300190254865300170256770000220258470000200260677301580262611271952018-03-27 2017 bl uuuu u00u1 u #d1 aVISCONTI, A. aEFEITO DE ??LEOS ESSENCIAIS SOBRE O CRESCIMENTO MICELIAL DE Botrytis cinerea, Rhizoctonia solani e Sclerotium rolfsii.h[electronic resource] c2017 aOs ??leos essenciais (OE) s??o compostos complexos, vol??teis e naturais, que podem ser sintetizados por todos os ??rg??os da planta e t??m se destacado como estrat??gia de controle alternativo devido as propriedades antif??ngicas. Este trabalho teve como objetivo avaliar a inibi????o do crescimento micelial de Botrytis cinerea, Rhizoctonia solani e Sclerotium rolfsii utilizando os ??leos essenciais de eucalipto (Eucaliptus citriodora), cravo-de-defunto (Tagetes minuta), patchouli (Pogostemum cablini), melaleuca (Melaleuca alternifolia), vassoura (Baccharis dracunculifolia), alecrim-do-campo (Baccharis alienus), capim-lim??o (Cimbopogom citratus), cidreira-do-mato (Hedyosmum brasiliensis), erva-baleeira (Varronia curassavica) e aroeira (Schinus terebentifolius). Os OEs foram misturados ao meio de cultura nas concentra????es de 0, 250, 500, 1000, 2000, 4000 e 8000 ppm. Foi calculada a ??rea abaixo da curva de crescimento micelial (AACCM) do fitopat??geno. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em arranjo fatorial (3x10x7) para fitopat??geno, tipo de ??leo e concentra????o, com tr??s repeti????es. Os dados foram submetidos a an??lise de vari??ncia e as m??dias comparadas pelo teste de Skott-Knott a 5%. O OE de capim-lim??o a 500 ppm inibiu o crescimento micelial dos tr??s fitopat??genos. Para o OE de cidreira-do-mato a concentra????es a partir de 250 ppm foi suficiente para inibi????o do crescimento micelial de B. cinerea (AACCM = 0,5). Para R. solani a inibi????o micelial ocorreu a partir de 500 ppm (AACCM = 0,2) e para S. rolfsii somente a partir de 4.000 ppm (AACCM = 1,2). Para o OE de eucalipto a concentra????o de 250 ppm inibiu apenas o crescimento micelial de B. cinerea (AACCM = 0,5). Para inibi????o de R. solani e B. cinerea foi necess??rio 2.000 ppm do OE. O OE de melaleuca inibiu o crescimento micelial de B. cinerea em concentra????es a 1.000 ppm e, a partir de 2.000 ppm, para R. solani e S. rolfsii. O OE de patchouli apresentou efeito semelhante para B. cinerea e R. solani, com concentra????o inibit??ria de 1.000 e 2.000 ppm, respectivamente. Para S. rolfsii 50 ppm foram suficientes para inibir completamente o pat??geno. O OE de T. minuta inibiu o crescimento micelial dos pat??genos somente na concentra????o de 8.000 ppm. acontrole biol??gico afitopat??genos ahorticultura1 aMORALES, R. G. F.1 aDINIZ, F. C. P. tIn: SIMP??SIO LATINO-AMERICANO SOBRE BIOESTIMULANTES NA AGRICULTURA , 1., 2017, Florian??polis, SC. Resumos... Florian??polis, SC: CCA/UFSC, 2017. p. 116