03914naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501440008226000090022652032080023565300210344365300180346465300250348270000200350770000180352770000230354570000150356877301250358311270182018-01-31 2017 bl uuuu u00u1 u #d1 aMORALES, R. G. F. aCompara????o entre cultivares de tomateiro quanto as caracter??sticas f??sicas do fruto em dois sistemas de cultivo.h[electronic resource] c2017 aO tomateiro ?? a segunda hortali??a de maior import??ncia econ??mica e uma das mais estudadas no mundo. A produ????o org??nica de tomate tem aumentado sua demanda devido ?? maior preocupa????o com as informa????es sobre contamina????es dos alimentos produzidos em sistemas convencionais. A avalia????o de v??rios gen??tipos dentro das mesmas condi????es edafoclim??ticas, e em condi????es diferentes, permite a compara????o quanto a diferen??a na suscetibilidade a pragas e doen??as, ao potencial produtivo e ?? qualidade dos frutos. O objetivo desse trabalho foi avaliar as caracter??sticas f??sicas que determinam a qualidade do tomate org??nico colhido em campo aberto e em cultivo em abrigos. O experimento foi conduzido na Esta????o Experimental da Epagri de Itaja?? (EEI). O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, no esquema fatorial 4x2 (4 cultivares e 2 ambientes de cultivo), quatro repeti????es e cinco plantas em cada repeti????o. Foram utilizadas duas cultivares OP, o SC375 Kai??ara e o tradicional cultivar Santa Clara; e dois h??bridos F1 muito cultivados na regi??o, sendo eles o HS1 e HP2. Foram feitas avalia????es de firmeza do fruto, espessura do mesocarpo e n??mero de l??culos por fruto. A firmeza do fruto foi determinada de forma destrutiva, com o aux??lio do penetr??metro digital de bancada (Soil Control/USA, modelo PDF-200), com ponteira de 8 mm de di??metro. Para determinar a espessura do mesocarpo, os frutos foram cortados no sentido longitudinal e, com o aux??lio de um paqu??metro digital, aferiu-se a espessura de 10 frutos de cada parcela. Ao cortar o fruto para quantificar a espessura, fez-se a contagem do n??mero de l??culos por fruto. Os dados foram analisados quanto a sua vari??ncia e, quando significativos, as m??dias comparadas pelo teste de Tukey (p≤0,05). Com rela????o a firmeza dos frutos, os cultivares OP mostraram-se menos firmes do que os h??bridos F1, apresentando m??dia de 13,24 N (Santa Clara) e 14,00 N (Kai??ara), ao passo que a firmeza dos h??bridos foi de 20,36 N (HP2) e 19,87 N (HS1). A menor firmeza do fruto pode ser resultado na solubiliza????o das subst??ncias p??cticas da parede celular pela a????o das enzimas pectinametilesterase e poligalacturonase, que est??o em maior atividade no in??cio do amadurecimento e varia conforme o material gen??tico. Para os comerciantes de hortali??as, a maior firmeza dos frutos ?? um fator positivo, por??m, para os consumidores nem sempre esta ?? uma caracter??stica desej??vel. Outro fator importante que afeta a firmeza ?? o n??mero de l??cus por fruto (l/f). Os h??bridos apresentaram de 3 a 5 l??cus, com m??dia de 4,07 l/f para HS1 e 3,46 l/f para HP2; e os cultivares OP com 2,68 l/f para Kai??ara e 2,50 l/f para Santa Clara. Apesar da maior firmeza dos h??bridos, n??o houve diferen??a na espessura do mesocarpo entre todos os materiais avaliados dentro do cultivo em abrigo. Contudo, no cultivo a c??u aberto, o cultivar Kai??ara apresentou menor espessura do mesocarpo quando comparado com os outros materiais gen??ticos, com 5,99 mm, 1,58 mm a menos que a m??dia dos outros materiais avaliados, mostrando intera????o gen??tipo ambiente para essa caracter??stica. afirmeza do fruto ap??s-colheita aSolanum lycopersicum1 aDINIZ, F. C. P.1 aCANT??, R. R.1 aSCHALLENBERGER, E.1 aGARCIA, J. tIn: CONGRESSO NACIONAL DE CI??NCIA, ARTE E TECNOLOGIA, 1., 2017, Lages, SC.. Resumos... Lages, SC.: UNIPLAC, 2017. p. 66