01745naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000220006024501320008226000090021452009920022365300150121565300140123065300180124465300140126265300150127670000200129170000180131170000210132970000170135077301480136711268962017-11-21 2017 bl uuuu u00u1 u #d1 aLEVANDOSKI, A. P. aSeveridade da antracnose em p??s-colheita de maracuj??-azedo 'SCS437 Catarina' recobertos com quitosana.h[electronic resource] c2017 aO maior desafio encontrado na cadeia produtiva do maracuj?? ?? sua perecibilidade p??s-colheita devido ?? r??pida perda de ??gua e doen??as p??s-colheita. O fruto pode ser conservado por sete a dez dias em condi????es normais de temperatura. Ap??s esse per??odo sofre murcha r??pida, a polpa come??a a fermentar e inicia o ataque de fungos. A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichum gloeosporioides Pens, ?? a principal doen??a em p??s-colheita no maracuj?? causando manchas escuras na casca, depreciando sua apar??ncia, diminuindo a qualidade e o valor comercial. O uso da quitosana como alternativa para diminuir a incid??ncia de antracnose ?? promissora. Devido as suas propriedades fungicidas encontradas em estudos publicados recentemente, e por ser de f??cil obten????o, pode ser uma alternativa para reduzir o uso de agrot??xicos aplicados sobre as frutas na p??s-colheita. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da quitosana na severidade da antracnose nos frutos. aantracnose amaracuj?? ap??s-colheita aquitosana aseveridade1 aSILVA, S. J. N.1 aBENDER, R. J.1 aPERUCH, L. A. M.1 aPETRY, H. B. tIn: SIMP??SIO BRASILEIRO SOBRE A CULTURA DO MARACUJAZEIRO, 7., 2017, Balne??rio Arroio do Silva. Resumos... Florian??polis: Epagri, 2017. p. 64