03165naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501030008026000090018352025150019265300090270765300150271665300170273170000200274870000210276870000140278970000160280377301400281911268372017-11-16 2017 bl uuuu u00u1 u #d1 aBERTOLDI, F. C. aACIDIFICA????O E ESCURECIMENTO ENZIM??TICO DE PALMITO DE PALMEIRA IMPERIAL.h[electronic resource] c2017 aEnsaios com esp??cies do g??nero Roystonea, popularmente conhecida como palmeira imperial, t??m demonstrado bons resultados de produtividade de palmito na Regi??o do Litoral Norte de SC. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a acidifica????o e o escurecimento enzim??tico visual do palmito de palmeiras do g??nero Roystonea, comparando-as com palmitos de palmeiras consolidadas no mercado, pertencentes aos g??neros Bactris (pupunheira) e Archontophoenix (palmeira?real-australiana). As amostras foram obtidas de ensaios de campo conduzidos na Epagri/E.E.de Itaja??, SC e na Sec. de Desenv. Rural de Joinville, SC. O clima da regi??o ?? classificado como Cfa. As amostras de cada g??nero avaliado foram separadas em palmito basal (PBA) e palmito tolete (PTO). Para determina????o do pH in natura e da curva de acidifica????o foram triturados em liquidificador 100 g de palmito com 80 mL de ??gua destilada, de forma a manter a propor????o ??gua/palmito utilizada nos vidros de conserva. A mistura foi titulada com ??cido c??trico (5%) e, a cada 1mL adicionado, foi realizada uma leitura de pH. O escurecimento enzim??tico foi realizado pela caracter??stica organol??ptica visual, avaliada por an??lise de imagens durante 6 horas. O teor de S??lidos Sol??veis (SS), expresso em OBrix, foi obtido a partir da tritura????o da amostra sem adi????o de ??gua e determinado por meio de um refrat??metro digital. N??o houve diferen??as estat??sticas no pH in natura das amostras de PBA e nem do PTO entre os g??neros, com m??dias totais de pH 5,8 e pH 6,2, respectivamente. A quantidade de ??cido c??trico (g .100g de palmito-1 ) necess??rias para atingir pH 4,3 da amostra tamb??m n??o diferiu estatisticamente entre os g??neros avaliados, nem para o PBA e nem para o PTO, com m??dias totais de 0,31 e 0,37, respectivamente. Os valores de SS foram significativamente superiores para o palmito do g??nero Bactris, tanto para PBA, 7,8 OBrix, quanto para PTO, 8,2 OBrix. Os valores de PBA e PTO dos palmitos de Roystonea sp. e Archontophoenix sp. n??o diferiram estatisticamente entre si, com m??dias de 5,81 OBrix e 5,6 OBrix, respectivamente. Palmitos de pupunha e de palmeira imperial n??o apresentaram escurecimento imediato ap??s o corte. O palmito de palmeira imperial demonstra caracter??sticas desej??veis para os par??metros avaliados, principalmente com rela????o ao escurecimento enzim??tico observado nas imagens indicando ser poss??vel a comercializa????o in natura ou minimamente processado deste alimento. abrix apalm??ceas aRoystonea sp1 aZAMBONIM, F. M.1 aMARIGUELE, K. H.1 aAYALA, G.1 aRETT, H. T. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 25., 2017, Porto Seguro. Resumos... Porto Seguro: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2017.