02170naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501510007926000090023052015700023965300870180970000280189670000160192477300720194011264472017-08-03 2017 bl uuuu u00u1 u #d1 aHANISCH, A. L. aDesempenho produtivo de Urochloa brizantha cv. Marandu em fun????o da inocula????o com Azospirillum e doses de nitrog??nio.h[electronic resource] c2017 aBact??rias do g??nero Azospirillum podem fixar nitrog??nio (N) atmosf??rico e promover o crescimento vegetal, contribuindo na nutri????o das plantas. Com base nesse pressuposto, objetivou-se com o presente trabalho avaliar o efeito de doses de nitrog??nio no desempenho de uma pastagem de Urochloa brizantha cv. Marandu na presen??a ou aus??ncia de inocula????o com Azospirillum brasilense. O experimento foi conduzido em delineamento em blocos completamente casualizados, em esquema fatorial (2 x 4) e quatro repeti????es. O primeiro fator correspondeu ?? presen??a ou aus??ncia de inocula????o de sementes com Azospirillum brasilense, e o segundo a quatro doses de N em cobertura (0; 50;100 e 150 kg ha-1 por ano). O per??odo de avalia????o foi de novembro de 2012 a abril de 2013 e de novembro de 2013 a abril de 2014, sendo realizados quatro cortes na pastagem, em cada ano. A inocula????o de sementes de U. brizantha cv. Marandu com A. brasilense n??o alterou a disponibilidade e a composi????o qu??mica da forragem. N??o houve influ??ncia da intera????o entre a inocula????o das sementes com A. brasilense e doses de N mineral em cobertura sobre a disponibilidade e a composi????o qu??mica da forragem de U. brizantha cv. Marandu em nenhum ano de avalia????o. A aduba????o nitrogenada em cobertura aumentou a produ????o de forragem de U. brizantha cv. Marandu, somente no primeiro ano de avalia????o e n??o afetou sua composi????o qu??mica nos dois anos de avalia????o. O N mineral n??o afeta a associa????o entre Azospirillum brasilense e Urochloa brizantha. aBact??rias diazotr??ficas Fixa????o biol??gica de nitrog??nio Pastagem Braqui??ria1 aBALBINOT J??NIOR, A. A.1 aVOGT, G. A. tRevista Agroambiente, Boa Vista, RRgv. 11, n. 3, p. 200-204, 2017.