02127naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501250008026000090020552015380021465300140175265300180176665300180178470000180180270000210182070000230184177300690186411262832017-06-20 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aMARCUZZO, L. L. aInefic??cia de arranjos espaciais no controle da cercoporiose (Cercospora beticola) da beterraba.h[electronic resource] c2015 aA cercosporiose da beterraba causada por Cercospora beticola ?? a principal doen??a da beterraba. O arranjo espacial de plantas ?? indicado em v??rias culturas, com a finalidade de aumentar a insola????o e arejamento interno as plantas com o intuito de diminuir o molhamento foliar, fundamental para o processo de infec????o do pat??geno. Como se desconhece este efeito na cultura da beterraba, esse trabalho teve como objetivo avaliar a intera????o de diferentes espa??amentos com o controle da cercosporiose em beterraba. O experimento foi instalado na Epagri, Esta????o Experimental de Ituporanga, utilizando-se o h??brido Boro. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados com seis espa??amentos e quatro repeti????es. As densidades de plantas e espa??amentos correspondentes foram: 500.000 plantas.ha-1 (20 cm entre filas x 10 cm entre plantas); 400.000 (20 cm x 12,5 cm); 333.333 (30 cm x 10 cm); 266.666 (30 cm x 12,5 cm) 250.000 (40 cm x 10 cm) e 200.000 (40 cm x 12,5 cm). Avaliou-se a produtividade, severidade, AACPD e taxa de infec????o da doen??a. A AACPD e severidade final n??o foram significativas nos dois ciclos da cultura. A maior diferen??a na severidade final entre os ciclos foi no espa??amento 30 cm x 12,5 cm com diferen??a de apenas 1,32%. Quanto a produtividade tamb??m n??o houve diferen??a nas duas avalia????es. Mediante aos resultados obtidos para as condi????es de plantio, nenhum espa??amento mostrou-se eficiente no controle da cercoporiose da beterraba na regi??o do Alto Vale do Itaja??, SC. aBeterraba aCescosporiose aEspa??amentos1 aDUARTE, T. S.1 aROSA NETO, A. J.1 aSUAVE, M. E. B. C. tSumma Phytopathologica, Botucatugv. 41, n. 4, p. 322-323, 2015.