02376naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501380007626000090021452017440022365300130196765300190198065300230199965300160202270000170203870000170205570000180207277300800209011259922017-02-15 2016 bl uuuu u00u1 u #d1 aPOLA, A. C. aINFLUENCE OF DIFFERENT TEMPERATURE LEVELS ON THE DATE OF FULL BLOOM OF PEACH VARIETIES IN SUBTROPICAL CLIMATE.h[electronic resource] c2016 aA din??mica da dorm??ncia de esp??cies frut??feras de clima temperado ?? complexa e muito vari??vel de acordo com o gen??tipo e o ambiente. Em raz??o desta variabilidade, muitos modelos fenol??gicos de unidades de frio n??o se t??m mostrado adequados para as condi????es clim??ticas subtropicais brasileiras. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar como a temperatura do ar influencia a dorm??ncia do pessegueiro em UrussangaSC. Para isto, foram avaliadas as correla????es entre as datas de plena flora????o de dezesseis variedades de pessegueiro e o total de horas em que as temperaturas permanecem em determinados n??veis t??rmicos. Foram identificados dois grupos de variedades com respostas altamente diferenciadas ??s temperaturas, em diversos per??odos. No primeiro grupo, constitu??do por dez variedades, o in??cio da influ??ncia significativa (p<0,05) das temperaturas sobre a data de plena flora????o ocorreu mais precocemente, em fevereiro. Neste grupo, as temperaturas entre 16 e 25 o C, acumuladas de mar??o a junho, foram as que mais contribu??ram para a antecipa????o da flora????o. No segundo grupo, o in??cio da influ??ncia significativa das temperaturas ocorreu mais tardiamente, em abril. Neste grupo, as altas temperaturas acumuladas do in??cio de abril ao final de maio anteciparam a plena flora????o, mas a partir de 20/05 foram as temperaturas abaixo de 10 o C as respons??veis por esta antecipa????o. Este comportamento difere dos modelos fenol??gicos tradicionais, que consideram uma exig??ncia sequencial de frio e de calor nesta fase de repouso hibernal. Os resultados obtidos indicam a possibilidade de que ocorra uma influ??ncia alternada e/ou paralela de diferentes n??veis t??rmicos sobre a dorm??ncia. adormancy aPrunus persica astatistical method atemperature1 aBRUNA, E. D.1 aBACK, ??. J.1 aMORETO, A. L. tRevista Brasileira de Fruticultura, Jaboticabalgv. 38, n. 4, p. 1-7, 2016.