03465nam a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000230006024500970008326000500018030000100023050000240024052028870026465300200315165300310317165300300320265300260323265300130325811258792016-12-15 2016 bl uuuu m 00u1 u #d1 aPINTO, F. A. M. F. aStenocarpella spp. Inoculum quantification in tropical maize stubble.h[electronic resource] aLavras: Universidade Federal de Lavras c2016 a91 p. a(Tese de Doutorado) aEsp??cies do g??nero Stenocarpella (S.maydis e S.macrospora) sobrevivem na entresafra na palhada de milho e a utiliza????o de plantio direto e em monocultura de milho est?? relacionada a surtos de podrid??o branca da espiga e podrid??o do colmo, mas pouco se sabe sobre os fatores que contribuem para a sua sobreviv??ncia. Portanto, este trabalho teve como objetivo determinar a contribui????o de rota????o de culturas de soja e pousio na sobreviv??ncia e na din??mica da decomposi????o de res??duos de pat??genos do milho e determinar fatores que contribuem para a sobreviv??ncia destes pat??genos. No primeiro artigo, ??reas de milho com hist??ria de elevada podrid??o branca da espiga foram utilizadas para determinar o tamanho da amostragem dos restos culturais do milho, para analisar a esporula????o dos agentes patog??nicos e viabilidade, bem como a sua decomposi????o. A monocultura de milho foi comparada ?? rota????o com soja e pousio. No segundo artigo, campos de milho foram selecionados nas ??reas de cultivo de milho no Estado de Minas Gerais para amostragem dos restos culturais. Durante a entresafra, caules de milho, gr??os, espigas, folhas de milho ca??das, palhas e res??duos de plantas daninhas mortas, foram coletadas e durante a safra de 2015/16 caules e espigas foram coletadas em ??reas utilizando plantio convencional, plantio direto, seja com rota????o de culturas ou de monocultura de milho. As amostras foram processadas, liofilizadas, mo??das, o DNA foi extra??do e o in??culo de Stenocarpella sp quantificado por qPCR. Os solos das ??reas amostradas foram verificados quanto ?? supressividade aos fungos causadroes de podrid??o de espiga. Mapas de aquecimento foram constru??dos com a an??lise de dados. A sub-amostra de um quilograma foi a menor necess??ria para estimar a sobreviv??ncia do pat??geno. A esporula????o do pat??geno foi semelhante entre os tratamentos, mas a viabilidade foi reduzida (27,8-33,3%) nas regi??es consideradas. A decomposi????o dos restos culturais foi maior em apenas um local. O tamanho da amostra, os m??todos cl??ssicos e moleculares permitiram o levantamento do pat??geno em restos culturais de milho e demonstraram o papel de rota????o de culturas de soja na redu????o da viabilidade de Stenocarpella sp. Em ??reas cultivadas com o sistema de plantio convencional, o pat??geno n??o foi detectado. No entanto, sob ??reas manejadas com rota????o de culturas em plantio direto, Stenocarpella sp foi detectada em menor grau do que em as ??reas que adotam sistema de plantio direto com monocultivo de milho. Os resultados corroboram o papel de res??duos de milho na sobreviv??ncia de Stenocarpella sp., a rota????o de culturas como um m??todo ??til para manejar as doen??as causadas por Stenocarpella maydis e apontam as vari??veis que podem estar contribuindo para o aumento do in??culo do pat??geno em ??reas de cultivo. aDiplodia maydis aPodrid??o branca da espiga aRestos culturais do milho aRota????o de culturas aZea mays