01753naa a2200157 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501640007626000090024052011240024965300250137365300220139865300230142077301520144311258332016-12-13 2016 bl uuuu u00u1 u #d1 aDORIGON, C. aA agricultura familiar do oeste catarinense e a constru????o de um novo modelo cooperativo em torno dos mercados dos produtos coloniais.h[electronic resource] c2016 aEste texto se prop??e a analisar as intera????es existentes entre as estrat??gias de qualidade, desenvolvimento territorial e a agricultura familiar da regi??o oeste catarinense. Para tanto, se apoia em resultados de diversos estudos a respeito dos ?produtos coloniais? realizados na regi??o oeste catarinense (DORIGON, 2008; DORIGON & CERDAN, 2010; DORIGON & RENK, 2011; DORIGON, RENK & SILVA, 2012; DORIGON & RENK, 2013). Entendemos por produtos coloniais os alimentos elaborados artesanalmente pelos descendentes de fam??lias italianas e alem??s, que no s??culo XIX migraram para o Rio Grande do Sul e deste para o oeste de Santa Catarina no in??cio do s??culo XX em busca de novas terras. Trata-se de um conjunto de produtos tradicionalmente processados no estabelecimento rural pelos agricultores - os ?colonos? - para o autoconsumo familiar, tais como salames, queijos, doces e geleias, conservas de hortali??as, massas, biscoitos e a????car mascavo, suco de frutas, vinho, dentre outros (DORIGON, 2008). S??o, portanto, produtos que mobilizam o saber-fazer dos imigrantes, transmitidos de gera????o em gera????o. aagricultura familiar aoeste catarinense aProdutos coloniais tIn: Badalotti, R.M.; Comerlatto, D. Territ??rio, territorialidades e estrat??gias de desenvolvimento regional. Passo Fundo: Imed, 2016. p. 128-141.