04431naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024500940007726000090017152038660018065300200404665300130406665300200407970000200409970000150411977301150413411257042016-11-10 2016 bl uuuu u00u1 u #d1 aBACK, ??. J. aAVALIA????O DA EROSIVIDADE DAS CHUVAS DE CHAPEC??, SANTA CATARINA.h[electronic resource] c2016 aEros??o do solo pode ser considerada uma das principais causas de degrada????o dos solos agricult??veis, contribuindo para assoreamento dos rios e reservat??rios e tamb??m para a degrada????o da qualidade da ??gua. A eros??o h??drica ?? um processo natural que consiste no desprendimento, arraste e sedimenta????o das part??culas do solo. A chuva ?? considerada o principal fator clim??tico de causa de eros??o do solo, e fatores caracter??sticos como a intensidade, a dura????o e o tamanho das gotas, devem ser levados em considera????o para avalia????o do impacto que pode ser causado. A intensidade, o tamanho e a velocidade final das gotas de chuvas determinam sua energia cin??tica no momento de impacto, o que pode causar maior ou menor dano dependendo das caracter??sticas do solo e do uso do mesmo. Este trabalho teve como objetivos estudar a varia????o anual e sazonal do ??ndice de erosividade, determinar o fator de erosividade (R) e ajustar a metodologia para estimativa da erosividade da chuva a partir de dados pluviom??tricos para ser empregada na regi??o de Chapec??, Santa Catarina.Foram utlizados os dados de chuva dos pluviogramas di??rios da Esta????o Meteorol??gica de Chapec?? (latitude 27??07? S, longitude 52??37?W, altitude 679 m) do per??odo de 1976 a 2014. O clima da regi??o ?? classificado como subtropical ??mido, sem esta????o seca e com inverno quente (Cfa). Os pluviogramas foram digitalizados e foi elaborado um programa de computador para a leitura dos dados digitalizados e a realiza????o dos c??lculos. adotando os crit??rios sugeridos por Wischmeier & Smith (1958), descritos em Cabeda (1976).No per??odo de 1976 a 2014 a precipita????o m??dia anual de Chapec?? foi de 2050,5 mm, sendo que 87% deste valor foram classificadas como chuvas erosivas. N??o foi verificada acentuada varia????o sazonal na precipita????o e na erosividade das chuvas demonstrando a import??ncia de utilizar pr??ticas de manejo sustent??vel do solo com prote????o contra eros??o h??drica; O maior ??ndice de erosividade anual foi obtido em 1992 no valor de 15019,2 MJ mm ha-1 h-1, sendo o valor m??nimo de 4838,0 MJ mm ha-1 h-1 registrado em 1982. O valor m??dio anual do ??ndice EI30 ?? igual a 8957,3 MJ mm ha-1 h-1, classificando as chuvas da regi??o de Chapec?? com erosividade forte. Esses dados refor??am a necessidade de utiliza????o de pr??ticas de manejo e conserva????o do solo. Foi verificado que as chuvas erosivas t??m rela????o direta com o total precipitado, e como as proje????es de mudan??as clim??ticas para a regi??o Sul do brasil indicam aumento da precipita????o e aumento dos eventos extremos, pode-se inferir que as mudan??as clim??ticas levar??o ao aumento dos ??ndices de erosividade das chuvas na regi??o. ??ndice de erosividade anual com per??odo de retorno de 5 anos pode ser estimado com 11254,9 MJ mm ha-1 h-1. Assim, poderia ser inclu??do um fator de risco na USLE, adotando o ??ndice de erosividade de chuvas com determinado n??vel de probabilidade de recorr??ncia ou per??odo de retorno, e n??o somente o valor m??dio.O fator ?R? da USLE, para regi??es do entorno de Chapec??, com caracter??sticas semelhantes, pode ser estimado com dados de pluviometria utilizando-se a equa????o linear ajustada. Recomenda-se a realiza????o destes estudos para outras esta????es pluviogr??ficas do estado de Santa Catarina e posteriormente a aplica????o destes resultados com os dados da rede pluviom??trica existente no estado para a obten????o de ??ndices de erosividade representativos de todo o estado de Santa Catarina. Os ??ndices de erosividade regionalizados permitem realiza????o de estudos visando a ado????o de t??cnicas de cultivo e manejo do solo mais indicado de acordo com as caracter??sticas de solo, relevo e cultivo para cada regi??o do estado, buscando assim a sustentabilidade ambiental, social e econ??mica. achuvas intensas aeross??o aperdas de solos1 aALBERTON, J. V.1 aPOLETO, C. tIn: SIMP??SIO SOBRE SISTEMAS SUSTENT??VEIS, 3., 2016, Porto Alegre. Anais... Porto Alegre: ABRH, 2016. p. 1-6.