02115naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000160006024501110007626000090018752014110019665300180160765300250162565300310165070000180168170000200169970000230171977301790174211256372016-10-21 2016 bl uuuu u00u1 u #d1 aHARO, M. M. aExtrato aquoso de alho e sua atividade repelente contra broca-pequena-do tomateiro.h[electronic resource] c2016 aT??cnicas alternativas s??o necess??rias para a manuten????o e controle das esp??cies de insetos praga no agroecossistema, principalmente no ambiente org??nico. Contudo, estas t??cnicas carecem de valida????o cient??fica, para que possam ser indicadas e prescrevidas por t??cnicos sem riscos aos produtores e a produ????o. Desta forma, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito repelente do extrato aquoso de alho sobre o ataque da broca-pequena-dos-frutos em cultivo protegido de tomate org??nico. O extrato aquoso, 10% de concentra????o, foi obtido da mistura dos bulbilhos picados e macerados em ??gua destilada, deixados sob agita????o por 24 horas. O bioensaio foi realizado pulverizando o extrato aquoso de alho (tratamento) e apenas ??gua (controle) nos racemos e frutos jovens, semanalmente, em abrigo de cultivo. A avalia????o do n??vel de dano foi efetuada no momento da coleta, onde o n??mero de frutos e o n??mero de brocas foi contabilizado. Os resultados demonstraram que o extrato aquoso de alho n??o diminuiu o ataque da broca-pequena-do-fruto quando comparado ao controle. O n??mero de brocas no interior dos frutos atacados tamb??m n??o diferiu significativamente entre os tratamentos. Sendo assim, estudos com outras esp??cies e relacionados com a degrada????o dos compostos s??o necess??rios para validar a utilidade deste extrato no manejo de pragas em cultivo org??nico. abioinseticida acontrole alternativo amanejo integrado de pragas1 aREBELO, A. M.1 aBELTRAME, A. B.1 aSCHALLENBERGER, E. tIn: SIMP??SIO BRASILEIRO DE AGROPECU??RIA SUSTENT??VEL, 8., INTERNATIONAL CONFERENCE ON SUSTAINABLE AGRICULTURE, 5., 2016, Sinop, MT. Anais... Vi??osa: UFV, 2016. p. 302-305.