03776naa a2200289 a 450000100080000000500110000800800410001910000170006024501190007726000090019652029400020565300180314565300190316365300200318265300170320265300090321965300170322865300090324570000150325470000190326970000180328870000160330670000160332270000170333870000200335577301110337511256272016-10-19 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aSOUZA, N. M. aEfeito de baixas temperaturas na fase de microsporog??nese em gen??tipos de arroz irrigado.h[electronic resource] c2015 aO experimento foi conduzido em Itaja???SC, na Esta????o Experimental da Epagri, durante o ano agr??cola de 2013/14. A implanta????o do ensaio foi feita em baldes, com utiliza????o de ambiente controlado (c??mara de crescimento e casa de vegeta????o). O delineamento foi o inteiramente casualizado em esquema multifatorial e tr??s repeti????es. O primeiro fator correspondeu aos gen??tipos utilizados: tr??s linhagens (SC 491, SC 676 e SC 681) e dois cultivares (Epagri 109 e SCS 116 Satoru). O segundo fator, as temperaturas: 9, 12, 15, 18 e 21??C, as quais cada gen??tipo foi submetido por tr??s dias na fase da microsporog??nese. Para cada tratamento, foi mantida uma testemunha ?? temperatura ambiente, totalizando 150 unidades experimentais (5 x 5 x 3 x 2). Os baldes ficaram na casa de vegeta????o do est??dio S0 at?? o R2 (semeadura ao emborrachamento). Em R2, foram marcados seis perfilhos por balde, na fase da microsporog??nese. Esta fase foi identificada pelo acompanhamento fenol??gico das plantas utilizando metodologia descrita por Yoshida (1981), que a caracterizou considerando a dist??ncia da l??gula da folha bandeira e da pen??ltima folha entre -3 cm (l??gula da folha bandeira 3 cm abaixo da l??gula da pen??ltima folha) e 10 cm (l??gula da folha bandeira 10 cm acima da l??gula da pen??ltima folha). Como os perfilhos n??o atingem ao mesmo tempo esta fase, eles foram marcados quando a dist??ncia entre as l??gulas estavam entre -1 cm e 2 cm. Ap??s marca????o, os baldes correspondentes as temperaturas foram transferidos para a c??mara de crescimento para aplica????o dos regimes t??rmicos por tr??s dias, enquanto que as testemunhas, tamb??m marcadas, permaneceram na casa de vegeta????o. Ap??s os tr??s dias, os baldes retornaram para a casa de vegeta????o, onde permaneceram at?? o momento da colheita. Finalizado o ciclo da cultura, realizou-se a colheita das pan??culas marcadas individualmente e do restante das plantas em bulk/balde. Em seguida, realizou-se debulha das pan??culas e a separa????o, contagem e pesagem dos gr??os cheios e vazios, determinando-se, o percentual de esterilidade e o rendimento para cada tratamento. Os dados foram submetidos ?? an??lise de vari??ncia utilizando o teste F, ao n??vel de signific??ncia de 5%. Quando os valores foram significativos, as m??dias dos tratamentos foram comparadas pelo teste de Tukey, tamb??m ao n??vel de signific??ncia de 5%. Conclus??es: as maiores taxas de esterilidade e menores produtividades foram observadas quando as plantas foram submetidas ??s temperaturas de 9??C e 12??C na microsporog??nese. Nas temperaturas de 18 e 21??C o comportamento das plantas assemelhou-se com os das suas testemunhas. A linhagem SC 676 apresentou maior toler??ncia ??s baixas temperaturas do que os demais gen??tipos, mostrando-se promissora para gerar um cultivar que apresente desempenho agron??mico adequado para regi??es propensas ao frio no sul do Brasil. abooting stage acold tolerance aemborrachamento aesterilidade afrio aOryza sativa arice1 aSANGOI, L.1 aMARSCHALEK, R.1 aKNOBLAUCH, R.1 aPANISON, F.1 aLEOLATO, L.1 aDURLI, M. M.1 aFISTAROL, A. D. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE ARROZ IRRIGADO, 9., 2015, Pelotas. Anais... Pelotas: SOSBAI, 2015. p. 212-215.