02069naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501460007926000090022552014090023465300190164365300270166265300210168970000230171070000280173370000190176177300950178011251992016-06-27 2016 bl uuuu u00u1 u #d1 aHANISCH, A. L. aProdu????o, composi????o bot??nica e composi????o qu??mica de missioneira-gigante consorciada com leguminosas perenes.h[electronic resource] c2016 aO cons??rcio de gram??neas e leguminosas ?? uma alternativa promissora para o aumento da produ????o de forragem, sendo que a associa????o das duas esp??cies tem melhorado o valor nutritivo da dieta dos ruminantes. Objetivou-se avaliar o rendimento de massa seca (MSF) e a composi????o qu??mica da forragem de missioneira-gigante, consorciada ou n??o com leguminosas perenes. Foi utilizado delineamento experimental de blocos completos casualizados, com tr??s repeti????es, em parcelas subdivididas no tempo. Nas parcelas foram testados tr??s tratamentos: missioneira-gigante (MG); MG + amendoim-forrageiro (AF); e MG + l??tus serrano (LS) e as subparcelas foram constitu??das por sete ??pocas de corte da pastagem, de novembro/2011 a novembro/2012. Houve intera????o entre tratamentos e ??pocas de corte para todas as vari??veis. O cons??rcio aumentou a MSF nos cortes de primavera-ver??o. A participa????o das leguminosas na composi????o bot??nica da pastagem variou ao longo do per??odo, sendo que o LS reduziu de 39 para 10%. A participa????o do AF na produ????o de forragem manteve-se pr??ximo a 8%, ?? exce????o do inverno, quando n??o acumulou massa seca. A composi????o qu??mica da forragem foi influenciada pela composi????o bot??nica, com aumento no teor de prote??na bruta e da digestibilidade na MG+LS. Os resultados indicam que AF e LS s??o leguminosas promissoras para consorcia????o com MG. aArachis pintoi aAxonopus catharinensis aLotus uliginosus1 aNEGRELLE, R. R. B.1 aBALBINOT J??NIOR, A. A.1 aALMEIDA, E. X. tAgr??ria - Revista Brasileira de Ci??ncias Agr??rias, Recifegv. 11, n. 1, p. 60-66, 2016.