02116naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024501770008126000090025852014130026765300240168065300310170470000180173570000240175370000150177777301420179211251822016-06-27 2016 bl uuuu u00u1 u #d1 aCASTILHOS, R. V. aEFEITO DE ISCAS T??XICAS EMPREGADAS NO MANEJO DE MOSCA-DAS-FRUTAS SOBRE DUAS ESP??CIES DE INIMIGOS NATURAIS DE OCORR??NCIA EM FRUT??FERAS TEMPERADAS.h[electronic resource] c2016 aUma alternativa mais racional para o controle da mosca-das-frutas em pomares ?? o uso de iscas t??xicas, por??m insetos ben??ficos podem ser impactados por esta medida. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de formula????es de iscas t??xicas sobre o parasitoide de ovos Trichogramma pretiosum e o predador Chrysoperla externa em bioensaios de laborat??rio. As iscas avaliadas foram mela??o-de-cana (7%) em combina????o com os inseticidas malationa e espinosade, e a formula????o comercial Success 0,02 CB??, que foram ofertadas a adultos de ambas as esp??cies na forma de gotas (4 mm di??metro). No tratamento testemunha foi ofertado dieta para adultos. Em fun????o da redu????o na capacidade de parasitismo de T. pretiosum e da mortalidade de C. externa, as iscas foram classificadas de acordo com escala de toxicidade da IOBC em 1-in??cuas (<30%), 2- levemente nocivas (30-79%), 3- moderadamente nocivas (80-99%) e 4- nocivas (>99%). A isca t??xica a base de mela??o-de-cana em mistura com malationa foi nociva a ambos inimigos naturais, enquanto que a isca contendo mela??o-de-cana + espinosade foi nociva somente para T. pretiosum, sendo in??cua a C. externa, em qual causou mortalidade de 23,1%. J?? Success 0,02 CB?? reduziu em 87,1% o parasitismo e foi considerado moderadamente nocivo a T. pretiosum, ao passo que se mostrou levemente nocivo a C. externa, com mortalidade de 60%. aControle Biol??gico aManejo Integrado de Pragas1 aPASINI, R. A.1 aGR??TZMACHER, A. D.1 aBOTTON, M. tIn: SEMIN??RIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 12., 2016, S??o Joaquim, SC. Anais... Florian??polis: Epagri, 2016. p. 156