03117naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024501610008126000090024252023720025165300180262365300280264165300190266970000200268870000180270870000200272670000190274670000230276577301110278811251232016-06-21 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aRODRIGUES, M. F. aEscurecimento de polpa em peras 'Rocha' e sua rela????o com a condi????o de atmosfera controlada e a composi????o mineral dos frutos.h[electronic resource] c2015 aO escurecimento de polpa em peras europeias ocorre durante o armazenamento em atmosfera controlada (AC), especialmente em condi????es mais extremas de baixo O2 (≤1 kPa) e alto CO2 (≥1 kPa). Contudo, a suscetibilidade dos frutos ?? manifesta????o do dist??rbio pode estar associada ?? composi????o mineral dos frutos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes condi????es de AC sobre ocorr??ncia de escurecimento de polpa em peras ?Rocha?, bem como verificar a rela????o dos teores minerais da polpa do fruto com a incid??ncia de escurecimento de polpa, identificando quais os atributos minerais que melhor discriminam quanto ?? presen??a do dist??rbio. Os frutos foram colhidos em um pomar localizado no munic??pio de Vacaria, RS, e, em seguida, armazenados sob diferentes condi????es de AC: 0,5 kPa O2+<0,03 kPa CO2; 1,0 kPa O2+<0,03 kPa CO2; 1,0 kPa O2+1,0 kPa CO2; 1,0 kPa O2+2,0 kPa CO2; e 1,0 kPa O2+3,0 kPa CO2. Ap??s nove meses de armazenamento (-0,5??0,1??C; UR de 96??2%), os frutos foram avaliados com rela????o ?? incid??ncia e severidade de escurecimento de polpa, de acordo com a seguinte escala de severidade: 1=sem incid??ncia de escurecimento de polpa; 2=incid??ncia de escurecimento de polpa leve, com at?? 10% da polpa afetada; 3=incid??ncia de escurecimento de polpa moderada, com 11 a 30% da polpa afetada; e 4=incid??ncia de escurecimento severa, com mais de 30% da polpa afetada. Posteriormente, os frutos com e sem a presen??a do dist??rbio foram comparados quanto aos teores minerais de Ca, Mg, K, N e ??s rela????es K/Ca, Mg/Ca e N/Ca. Para determina????o de N, dois gramas de polpa fresca dos frutos foram digeridos a 350??C, utilizando-se uma mistura de ??cido sulf??rico concentrada e ??gua oxigenada 30 volumes. Os teores do mineral foram determinados pelo m??todo semimicro Kjeldahl, conforme descrito por Tedesco et al. (1995). Para determina????o dos teores de Ca, Mg e K, foram pesados 5,0 gramas de polpa fresca, e submetidos a mufla, durante cinco horas, sob uma temperatura de 630??C. Ap??s retirar as amostras da mufla, adicionou-se 15 mL de HCl a 1,8 N, formando o extrato original. Para a determina????o de Ca, retirou-se uma al??quota de 5 mL do extrato original e adicionou-se 5 mL de lant??nio no interior de um tubo falcon de 15 mL. Para a quantifica????o de Mg, retirou-se 2 mL do extrato aArmazenamento aDist??rbio fisiol??gico aPyrus communis1 aSTEFFENS, C. A.1 aMARTIN, M. S.1 aAMARANTE, A. G.1 aHEINZEN, A. S.1 aAMARANTE, C. V. T. tIn: SEMIN??RIO DE INICIA????O CIENT??FICA, 25., 2015, Lages, SC. Anais... Florian??polis, SC: UDESC, 2015.