02180naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001910000140006024501610007426000090023552013420024465300210158665300180160765300220162570000220164770000240166970000190169370000190171270000140173170000170174577301880176211248332016-02-15 2012 bl uuuu u00u1 u #d1 aSOUZA, M. aDIN??MICA DE EMERG??NCIA DE PLANTAS ESPONT??NEAS DURANTE O PER??ODO CR??TICO DE DESENVOLVIMENTO DA CEBOLA SOB SISTEMA PLANTIO DIRETO.h[electronic resource] c2012 aO objetivo do trabalho foi avaliar a interfer??ncia de diferentes esp??cies de plantas de cobertura em sistema de plantio direto sobre a din??mica de emerg??ncia das plantas espont??neas durante o per??odo cr??tico de desenvolvimento da cebola. O experimento foi conduzido em casa de vegeta????o, no Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UFSC, nas safras de 2010 e 2011, com res??duos das plantas de cobertura e amostras de solo do experimento instalado na Esta????o Experimental da EPAGRI de Ituporanga ? SC. Em abril de 2010 e de 2011 foram implantados a campo os tratamentos: testemunha com vegeta????o espont??nea (T1), cevada (2010)/ aveia-preta (2011) (T2), centeio (T3), naboforrageiro (T4), centeio + nabo-forrageiro (T5) e cevada (2010)/aveia-preta (2011) + naboforrageiro (T6) e em julho as plantas de cobertura foram acamadas e coletadas as amostras de solo. As avalia????es da din??mica de emerg??ncia e a identifica????o das esp??cies foram realizadas aos 15, 30, 45, 60, 75, 90 e 105 dias ap??s o plantio das mudas de cebola (DAP). Na safra de 2010, a percentagem de plantas espont??neas emergidas durante o per??odo cr??tico de desenvolvimento da cebola (45-60 DAP) foi menor no solo com res??duos de centeio, enquanto que na safra de 2011, essa percentagem foi observada nos res??duos de aveia-preta e centeio. aaduba????o verde aAllium cepa L abanco de sementes1 aLEGUISAMON, E. S.1 aM??LLER J??NIOR, V.1 aVENTURA, B. S.1 aCAMARGO, A. P.1 aKURTZ, C.1 aCOMIN, J. J. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DA CI??NCIA DAS PLANTAS DANINHAS, 28., 2012, Campo Grande, MS. Anais... Campo Grande, MS: Sociedade Brasileira de Ci??ncia das Plantas daninhas, 2012. p. 1-5.