04110naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024501820008126000090026352034190027265300190369165300360371065300100374670000140375670000140377070000200378477301120380411242412015-08-13 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aVIANNA, L. F. N. aMODELO DE DADOS E METADADOS DOS M??DULOS E PARCELAS DO PARQUE NACIONAL DE S??O JOAQUIM, SANTA CATARINA, BRASIL PARA UM SISTEMA INTEGRADO DE MAPAS VIA WEB.h[electronic resource] c2015 aO presente trabalho tem como objetivo descrever o m??todo e o modelo de dados adotado para implantar a infraestrutura dos m??dulos e parcelas do PPBio no Parque Nacional de S??o Joaquim, Santa Catarina, Brasil. Seguindo o que est?? previsto nas regras de implanta????o dessa infraestrutura pelo PPBio (http://ppbio.inpa.gov.br/instalacao), apresentamos o que consideramos uma contribui????o metodol??gica espec??fica para a estrutura organizacional dos dados em uma base de dados espaciais. Essa estrutura permitir?? organizar os dados espaciais dos m??dulos, trilhas e parcelas em uma base de dados integrada. Com isso ser?? poss??vel, tamb??m, estruturar um sistema de mapas via web para acessar todos os dados e metadados dessa infraestrutura no Brasil. Consideramos como metadados os dados cadastrais dos pontos do per??metro dos m??dulos e dos piquetes das parcelas, dos pol??gonos dos m??dulos e das linhas das trilhas dos m??dulos e das parcelas. Os dados cadastrais s??o compostos por atributos de natureza diversa, como c??digos, siglas, nomes, medidas, coordenadas e classes. Apresentamos uma lista m??nima de atributos que julgamos importantes para uma base de dados dessa natureza, considerando sua aplica????o em n??vel nacional. Tamb??m consideramos metadados as descri????es das vari??veis ambientais associadas a cada ponto, suas fontes, unidades de medida e m??todos de aquisi????o. Nos metadados apresentamos, quando necess??rio, uma breve descri????o de como cada campo deve ser calculado. Como trabalhamos com a plataforma ArcGis ? Esri, adaptamos os termos ?Geodatabase? para ?base de dados?, ?Feature Dataset? para ?conjunto de dados? e ?Feature Class? para ?temas?. Assim, quando falamos em base de dados, nos referimos a um banco de dados georreferenciado, que pode ser File Geodatabase, Access, Oracle, SQL, etc. Quando falamos em conjunto de dados, nos referimos a um conjunto de temas que est??o organizados em uma mesma ?pasta? dentro do banco, em um mesmo sistema de refer??ncia e com a mesma abrang??ncia espacial. Por fim, consideramos como tema, cada ?layer? ou conjunto de dados que representam uma mesma coisa, como pol??gonos dos m??dulos, linhas das trilhas e parcelas e pontos dos v??rtices e piquetes. Para nomear os conjuntos de dados, temas, campos das tabelas dos temas e campos das tabelas relacionais utilizamos o m??todo a dotado no Centro de Informa????es de Recursos Ambientais e Hidrometeorologia da Epagri. Esse m??todo foi criado inicialmente para modelar a base de dados hidrometeorol??gicas de Santa Catarina e posteriormente adaptado para a base de dados georreferenciados. De acordo com o IBGE o atual e ??nico sistema geod??sico de refer??ncia oficialmente adotado no Brasil ?? o SIRGAS 2000. Assim, toda a base de dados est?? em SIRGAS 2000. Essa proposta permitiu estruturar uma base de dados da infraestrutura do PPBio que pode ser implementada em qualquer plataforma e em qualquer sistema de informa????es geogr??ficas. Ela permitiu, ainda, a cria????o de servi??os de mapas para serem acessados via internet. A estrutura da base de dados proposta para o PPBio ?? composto pelos temas: M??dulos: Pol??gonos dos m??dulos de pesquisa do PPBio; Trilhas: Linhas dos per??metros dos m??dulos de pesquisa do PPBio; Parcelas: Linhas das parcelas; V??rtices dos m??dulos: Pontos dos piquetes dos m??dulos; V??rtices das parcelas: Pontos dos piquetes das parcelas. aBiodiversidade aParque Nacional de S??o Joaquim aPPBio1 aNAOMI, E.1 aANGRI, C.1 aOLIVEIRA, S. N. tIn: SIMP??SIO DA REDE PPBIO MATA ATL??NTICA, 1., 2015, Rio de Janeiro. Anais... Rio de Janeiro: UERJ, 2015.