02126naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000250006024501070008526000090019252014550020165300110165665300150166765300130168265300130169565300220170870000150173070000180174570000180176377301270178111241972015-08-05 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aMENEZES NETTO, A. C. aManejo integrado da mosca-das-frutas com uso de monitoramento e iscas t??xicas.h[electronic resource] c2015 aAs estrat??gias atuais de manejo da mosca-das-frutas, Anastrepha fraterculus (Diptera: Tephritidae) envolvem t??ticas como o monitoramento de adultos com atrativos alimentares eficazes; uso de iscas tóxicas atrativas, dur??veis e resistentes ??s intemp??ries; controle cultural; barreiras físicas; captura massal e/ou emprego de inimigos naturais, especialmente de parasitoides. O objetivo do trabalho foi validar a utiliza????o de ferramentas atuais para monitoramento (atrativo alimentar) e controle (iscas t??xicas) em pomares de ameixeira com hist??rico de alta incid??ncia populacional de mosca-das-frutas. O trabalho foi realizado em dois pomares de produ????o comercial de ameixeira, localizado no munic??pio de Videira, Santa Catarina. Um pomar da cultivar ?Let??cia?, com 2,25 ha (26??59?S , 51??01?W e altitude de 885m) e outro da cultivar ?Fortune?, com 1,41 ha (26??59?S , 51??00?W e altitude de 952m). O manejo adotado (monitoramento + isca t??xica + controle qu??mico) proporcionou um controle satisfat??rio da mosca-das-frutas e, consequentemente, permitiu a colheita dos frutos. As tomadas de decis??o para o controle, seja com isca t??xica ou controle qu??mico, n??o foram baseadas em calend??rio, permitindo redu????o dos custos, de res??duos nos frutos e de contamina????o do ambiente. Mesmo em ??reas com hist??rico de baixa incid??ncia populacional o monitoramento com atrativo alimentar fornece seguran??a no manejo. aAnamed aAnastrepha aBiofruit aCeratrap acontrole qu??mico1 aBOTTON, M.1 aARIOLI, C. J.1 aSANTOS, J. P. tIn: ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2015, Fraiburgo. Anais... Ca??ador: Epagri, 2015. p. 114