02128naa a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501170007926000090019652014720020565300180167765300180169565300190171365300230173270000200175570000170177577301420179211240232015-06-11 2015 bl uuuu u00u1 u #d1 aFURTADO, T. V. aCompara????o entre restitui????o estereosc??pica e extra????o autom??tica da hidrografia.h[electronic resource] c2015 aNesse trabalho buscou-se avaliar e comparar a rede hidrogr??fica, de uma determinada regi??o de Santa Catarina, restitu??da por meio de estereoscopia digital e por extra????o autom??tica. Como refer??ncia foi adotada a rede hidrogr??fica oficial do estado, em escala 1:10.000. Para a restitui????o estereosc??pica foi utilizada o Stereo Analyst, m??dulo de restitui????o fotogram??trica 3D do Erdas Imagine e as fotografias a??reas com 0,39m de resolu????o espacial. Para a extra????o autom??tica da hidrografia foi utilizado a extens??o ArcHydro Tools, do ArcGis e o modelo digital do terreno - MDT com 1m de resolu????o espacial. As fotografias a??reas, bem como o MDT s??o produtos do Aerolevantamento de Santa Catarina realizado entre 2010 e 2012. Assim, de acordo com a metodologia adotada nessa pesquisa, os resultados obtidos indicam que os dois m??todos apresentam conformidade, quase que completa, em rela????o ?? base de refer??ncia. No entanto, a extra????o autom??tica se apresenta como uma alternativa eficaz quando se pretende mapear grandes ??reas e em pequeno espa??o de tempo e ?? tamb??m dependente da qualidade do MDT de entrada. J?? a estereoscopia ?? um processo mais oneroso, ou seja, exige um tempo maior de trabalho, a restitui????o se d?? em menores ??reas e por fim ?? dependente da experi??ncia do restituidor. Como recomenda????o, ?? indicado verifica????o em campo da rede hidrogr??fica, seja ela restitu??da ou extra??da automaticamente. aEstereoscopia aFotogrametria aGeotecnologias aRede Hidrogr??fica1 aOLIVEIRA, M. E.1 aSOUZA, J. M. tIn: SIMP??SIO BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO, 17., 2015, Jo??o Pessoa. Anais... S??o Jos?? dos Campos/SP: mct/inpe, 2015. p. 866-873.