03385naa a2200205 a 450000100080000000500110000800800410001902200140006010000140007424500820008826000090017052027760017965300130295565300210296865300160298965300100300565300210301570000220303677301210305811220062014-10-16 2014 bl uuuu u00u1 u #d a2175-75131 aDOROW, R. aDo mar ?? mesaba malacultura como fonte de alimentos.h[electronic resource] c2014 aA malacocultura, ramo da aquicultura dedicado ao cultivo de moluscos bivalves apresenta caracter??sticas singulares se comparada a outras atividades econ??micas prim??rias, tendo iniciado com pesquisas realizadas pela UFSC em 1985 em Florian??polis, SC. Por meio de um estudo explorat??rio e apoio da Nova Economia Institucional, fez-se uma an??lise da evolu????o da malacocultura nessas quase tr??s d??cadas. Al??m da biologia das esp??cies e seu modo de cultivo, sua contemporaneidade fez com que se desenvolvesse ao longo dos 18 primeiros anos por uma agenda de acordos, coopera????o e inova????es, que resultaram num conjunto de institui????es fr??geis, n??o permitindo com isso um desenvolvimento sustent??vel de longo prazo. Em 2003, com o estabelecimento dos par??metros legais para o uso dos espa??os f??sicos dos corpos d???gua de dom??nio da Uni??o para fins de aquicultura, lan??ou-se a base institucional que trouxe para a atividade aqu??cola um ambiente regulador e formalizado que, associado a diversas institui????es formais complementares e atividades interorganizacionais, culminaram em 2012, na outorga das primeiras ??reas aqu??colas aos malacocultores tradicionais no pa??s. A malacocultura evoluiu, desde a d??cada de 1980, da total inexpressividade para um segmento produtivo com efetivo potencial de suprimento de prote??na na alimenta????o humana, passando de uma atividade marginal, baseada na extra????o de moluscos de bancos naturais na costa brasileira, para uma produ????o superior a 18 mil toneladas de moluscos bivalves (ostras, vieiras e mexilh??es) em 2011, que se concentra essencialmente no Estado de Santa Catarina, destacando-se nesse cen??rio a regi??o da Grande Florian??polis. Ao longo dessa trajet??ria, a estrutura????o da atividade aqu??cola a partir de um conjunto de institui????es pr??prias, agregando experi??ncias e aprendizados coletivos, permitiu a forma????o de uma importante cadeia curta de comercializa????o. Ao mesmo tempo, percebendo oportunidades frente a mercados mais sofisticados e exigentes, constituiu-se uma cadeia de com??rcio longa, apoiada em s??lidas regras de beneficiamento e com??rcio. O grande salto proporcionado pelo estabelecimento do marco legal ao longo da d??cada de 2000 vai al??m das institui????es que viabilizam o planejamento e desenvolvimento setorial de longo prazo, atuando na diminui????o do oportunismo na cadeia produtiva, e que causa aumento do custo de transa????o e diminui????o da competitividade da cadeia, pela excessiva busca de vantagens econ??micas individuais, em detrimento do crescimento setorial. Notadamente, observa-se nesse ambiente uma oportunidade crescente de estudos, reconhecendo na aquicultura na maior fronteira de produ????o prim??ria de alimentos do Brasil. aAlimento aCadeia produtiva aMalacultura aPeixe aSustentabilidade1 aMACHADO, J. A. D. tIn: ENCONTRO CATARINENSE DE ECONOMIA - ECC, 8., 2014, Rio do Sul, SC. Anais... Rio do Sul, SC: APEC, 2014. p. 98-99.