03519naa a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000250006024501020008526000090018752029370019665300170313365300120315065300270316265300110318970000200320077301170322011215742014-09-09 2014 bl uuuu u00u1 u #d1 aSILVA J??NIOR, A. A. aAvalia????o de quatro acessos de pitaia-vermelha (Hylocereus polyrrhizus).h[electronic resource] c2014 aA pitaia ?? uma esp??cie de cact??cea que vem sendo muito procurada recentemente devido ao apelo nutrac??utico. A casca da pitaia vermelha cont??m fen??licos, derivados do ??cido hidroxicin??mico, glicos??deos flav??nicos e betacianina. Apresenta a????o antiproliferativa sobre c??lulas cancer??genas AGS e MCF-7. A a????o antioxidante da pitaia correlaciona-se diretamente com o conte??do de fen??is, mas correlaciona com a a????o antiproliferativa. A casca cont??m mais polifen??is e flavon??ides que a polpa, sendo sua a????o oxidante e antiproliferativa tamb??m superior a da polpa. ?? considerada uma boa fonte de beta-caroteno (1,4 ??g), vit. E (0,26 ??g), licopeno (3,4??g) e mais de 24 mg de vit. C/100 g de polpa (Charoensiri et al., 2009). As flores s??o indicadas para infec????es renais.Foram introduzidos no Banco Ativo de Germoplasma de Plantas Bioativas da Epagri, na Esta????o Experimental de Itaja??, quatro acessos de pitaia-vermelha (Hylocereus polyrrhizus), oriundos dos munic??pios de Florian??polis, S??o Francisco, Tijucas e Curitiba. Os prop??gulos (clad??dios) foram enraizados em casca de arroz tostada. As mudas foram plantadas a campo no espa??amento de 2 m entre plantas e tutoradas com moir??o de concreto com 2 m de altura. Para a estimula????o fisiol??gica da frutifica????o, implantou-se na extremidade superior dos moir??es arma????es com pneu de moto suportadas com ferragem, ?? semelhan??a de um dossel. As plantas foram adubadas com 1 L de cama de avi??rio + 100 g de fosfato natural. A colheita do fruto ocorreu no ponto de colora????o vermelha intensa em todo o fruto. Foram avaliados quatro frutos por planta de cada acesso e avaliado a produ????o total de frutos por planta e por acesso. Os di??metros vertical e horizontal foram medidos com paqu??metro digital e a pesagem dos frutos feita em balan??a com precis??o de miligramas. O rendimento de polpa foi avaliado atrav??s da raz??o entre o peso de polpa em rela????o ao peso total do fruto.Todos os acessos avaliados apresentaram polpa com sabor doce, n??o ??cido e refrescante. A textura da polpa pode ser definida como levemente mucilaginosa e sua cor vermelho-escura. A polpa ?? facilmente removida da casca ap??s a carpotomia. A vida ??til de prateleira ?? de 6 a 7 dias, podendo estender-se por tr??s semanas em refrigera????o. Fora da refrigera????o a polpa inicia fermenta????o j?? no primeiro dia. As sementes da pitaia, por serem pequenas, fr??geis e ins??pidas, n??o interferem no sabor e qualidade da polpa. Em rela????o ao desempenho agron??mico dos acessos, n??o se constatou diferen??as significativas entre os materiais testados quanto aos di??metros vertical e horizontal do fruto e rendimento de polpa, por??m o acesso oriundo de Tijucas apresentou frutos menos pesados (368,32 g). O acesso oriundo de Curitiba mostrou-se mais produtivo (5.327,2 g/planta), principalmente devido ao maior n??mero de frutos (13/planta). aantocianinas acultivo aHylocereus polyrrhyzus aPitaia1 aZAMBONIM, F. M. tIn: JORNADA CATARINENSE DE PLANTAS MEDICINAIS, 7., 2014, Crici??ma. Resumos... Crici??ma: Unesc, 2014. p. 31-32.