02159naa a2200217 a 450000100080000000500110000800800410001910000210006024501270008126000090020852014550021765300120167265300110168465300110169565300200170670000150172670000180174170000170175970000220177677301430179811215622014-09-09 2014 bl uuuu u00u1 u #d1 aPERUCH, L. A. M. aIncid??ncia da antracnose e mancha da folha em cultivares de videira sob Neossolos Quartzar??nicos.h[electronic resource] c2014 aA antracnose e a mancha da folha s??o doen??as f??ngicas freq??entes em cultivos de videira no Estado de Santa Catarina. Todavia, dados sobre a resist??ncia de cultivares de videira em rela????o ??s doen??as nas diferentes regi??es catarinenses s??o raros, especialmente em condi????es de solos arenosos. O objetivo deste trabalho foi avaliar a incid??ncia da antracnose e mancha da folha em videiras cultivadas em Neossolos Quartzar??nicos. As plantas foram manejadas seguindo sistema de produ????o da videira em sistema de espaldeira e irriga????o por gotejamento. O experimento foi conduzido em delineamento inteiramente casualizado com seis repeti????es, sendo cada parcela composta por quatro plantas com 18 meses de idade. Os dados foram submetidos ?? analise de vari??ncia e teste de separa????o de m??dias de Duncan ao n??vel de 5% de probabilidade. Foram verificadas diferen??as significativas para as cultivares em rela????o ??s duas doen??as, destacando-se a Lorena com incid??ncias significativamente inferiores de 13,5 e 5,8% para a antracnose e mancha da folha, respectivamente. As demais cultivares, Ni??gara Rosada, Bordo e Goethe, apresentaram n??veis semelhantes de resist??ncia com incid??ncias variando de 30 a 42% para antracnose e 30 a 55% para mancha da folha, respectivamente. A Lorena apresentou maior resist??ncia ??s doen??as nas condi????es de Neossolos Quartzar??nicos do Litoral Sul Catarinense. Apoio financeiro: Fapesc aElsinoe aGoethe aLorena aPhaeoisariopsis1 aSONEGO, M.1 aARCARI, S. G.1 aBRUNA, E. D.1 aSTOPASSOLI, B. L. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 47., 2014, Londrina, PR. Anais... Bras??lia: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2014. p. 1.