02445naa a2200229 a 450000100080000000500110000800800410001902200140006010000160007424501060009026000090019652017340020565300230193965300230196265300210198570000210200670000180202770000170204570000180206270000220208077301130210211206882014-04-25 2013 bl uuuu u00u1 u #d a0103-667x1 aHEBERLE, I. aTamanho de pl??ntula de cultivares de feij??o produzidas em sistema org??nico.h[electronic resource] c2013 aO estabelecimento inicial de uma cultura em condi????es adversas depende do vigor apresentado pelas sementes, sendo de suma import??ncia o conhecimento desta propriedade nos diferentes gen??tipos e sistemas utilizados, sobretudo o org??nico, o qual ?? pouco abordado em estudos com feij??o. Assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar o tamanho de pl??ntulas ap??s realizados testes de vigor das sementes de cultivares de feij??o crioulas produzidas em sistemas de cultivo convencional e org??nico. Foram utilizadas sementes de 22 cultivares crioulas e quatro variedades comerciais, semeadas na safra 2011/2012 nos dois sistemas de cultivo no munic??pio de Campos Novos ? SC. As pl??ntulas foram avaliadas no laborat??rio quanto ao comprimento, ap??s submeter as sementes aos testes de frio, envelhecimento acelerado e germina????o como medida de vigor. A intera????o gen??tipo x cultivo foi significativa para os tr??s testes realizados. O comprimento de pl??ntulas foi vari??vel conforme o gen??tipo utilizado dentro de cada sistema. No sistema convencional de cultivo, o BAF 55 se destacou tanto no teste de frio (20,98 cm), quanto no envelhecimento acelerado (18,09 cm) e germina????o (17,24 cm), al??m de ter sido o ??nico que se manteve como o melhor, mesmo ap??s o estresse causado pelo frio e pelo envelhecimento acelerado. No cultivo org??nico, os testes de frio e envelhecimento acelerado indicaram os BAF?s 112, 121, 81 e 84 como os mais vigorosos. O BAF 55 se destacou no teste de germina????o e teste de frio (16,74 e 12,54 cm, respectivamente). Portanto, pode-se concluir que existe diferen??a no comprimento de pl??ntulas e que esta depende do gen??tipo, do sistema de produ????o e metodologia de vigor utilizada. aPhaseolus vulgaris aSistema de cultivo aVigor de semente1 aCOELHO, C. M. M.1 aPREZZI, H. A.1 aSOUZA, C. A.1 aPARIZOTTO, C.1 aMAFIOLETTI, A. T. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE SEMENTES, 18., 2013, Florian??polis, SC. Resumos... Londrina, PR: ABRATES, 2013.