02137naa a2200241 a 450000100080000000500110000800800410001910000190006024501410007926000090022052013520022965300100158165300100159165300110160165300200161265300200163265300160165270000190166870000180168770000210170570000160172677301530174211194772013-11-01 2013 bl uuuu u00u1 u #d1 aPEREIRA, E. F. aComportamento no campo de diferentes gen??tipos de aipim (Manihot esculenta, Crantz) ao ataque da mosca-do-broto.h[electronic resource] c2013 aA mosca-do-broto da mandioca, d??ptero pertence ?? fam??lia Lonchaeidae e superfam??lia Tephritoidea durante anos foi considerada praga secund??ria na maioria dos estados produtores brasileiros. Entretanto, vem sendo relatada como uma praga importante na regi??o sudeste de S??o Paulo e, ganhando destaque de praga prim??ria em importantes regi??es produtoras do Estado de Santa Catarina. Informa????es sobre esta praga na mandiocultura s??o escassas, o que tornou o apelo dos produtores do estado premente na busca de respostas sobre o potencial de dano, t??cnicas de manejo e de controle. Sabe-se que o ataque da mosca-do-broto ?? mais severo quando as plantas ainda est??o jovens e normalmente coincide com o in??cio do per??odo chuvoso, e nesses casos, pode ainda causar nanismo (LOZANO et al.,1976). A mesma informa????o ?? corroborada por Bellotti et al. (2002), por??m estes acrescentam que existem cultivares mais adequados para a praga, que sofrem perdas consider??veis de manivas. Eles afirmam ainda que se os picos ocorrerem tardiamente na cultura, dependendo da cultivar, pode haver incremento de produ????o. O objetivo deste trabalho foi avaliar a adequa????o de diferentes gen??tipos de aipim no munic??pio de Itaja??, Estado de Santa Catarina visando determinar qual(is) material(ais) ?? (s??o) mais tolerante(s) ao ataque da praga. aAipim aClima aManiva aPraga de planta aSuscetibilidade aToler??ncia1 aNEUBERT, E. O.1 aMORETO, A. L.1 aPERUCH, L. A. M.1 aBACK, A. J. tIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE MANDIOCA, 15., 2013, Salvador, BA. Inova????o e sustentabilidade: da raiz ao amido. Salvador, BA: SBM, 2013. p. 498-502.