03294nam a2200193 a 450000100080000000500110000800800410001910000200006024501170008026000150019730000110021250000930022352027100031665300110302665300180303765300150305565300100307065300200308011182112010-12-13 2010 bl uuuu m 00u1 u #d1 aPINTO, M. R. R. aAlimentacao de Apis mellifera africanizadasbrelacao com a fisiologia, producao, sanidade e seguranca alimentar. a2010c2010 a100 f. aDissertacao (Mestrado em Ciencias) - Unifersidade Federal de Pelotas, RS, Pelotas, 2010. aA alimenta????o das abelhas Apis mellifera ?? considerada um dos principais gargalos da apicultura, influindo em diversas ??reas da atividade ap??cola. Nesta esp??cie, a alimenta????o ?? determinante, pois al??m de levar o suporte necess??rio para a manuten????o, reprodu????o e produ????o, tamb??m ?? respons??vel pela diferencia????o das castas. Em contraponto ?? sua import??ncia, existem poucos estudos contemplando o desenvolvimento de dietas economicamente vi??veis, de f??cil aquisi????o e de resultados comprovados. Possivelmente, o seu desenvolvimento esteja condicionado aos alimentos dispon??veis regionalmente. Estudos sobre as necessidades nutricionais b??sicas s??o bastante antigos e realizados com abelhas europ??ias. O desenvolvimento de pesquisas aplicadas abordando o tema, com o enfoque de testar a efici??ncia de dietas artificiais, parece ser mais recente e, ainda, necessita de aprimoramento, principalmente no que tange ??s metodologias de avalia????o. Os dados da literatura s??o bem menos abundantes e mais incipientes do que aqueles referentes ??s outras esp??cies animais dom??sticas, como os mam??feros e aves. Com o objetivo de testar o efeito de dietas para Apis mellifera, realizou-se experimento em laborat??rio, com abelhas rec??m-emergidas, mantidas em incubadora a 32??C, umidade entre 70-80%, por seis dias, onde receberam as dietas e ??gua ad libidum. Foram testadas sete dietas, utilizando-se como par??metros de avalia????o o teor de prote??nas totais na hemolinfa, o peso das abelhas e o consumo das dietas. Quatro dietas apresentaram diferen??a significativa no teor de prote??na da hemolinfa quando comparadas ao grupo controle, sendo que uma delas foi superior tamb??m nos par??metros peso e consumo. Com base neste trabalho, as dietas que apresentaram melhor desempenho foram testadas em campo, em tr??s regi??es distintas, no Estado de Santa Catarina, avaliando-se as ??reas de cria (zang??o, aberta, fechada e total); as ??reas de dep??sito de alimento (mel e p??len) e a porcentagem de infesta????o pelo ??caro Varroa destructor. No experimento de campo, notou-se uma grande varia????o dos dados, mesmo quando considerado o mesmo grupo de tratamento, demonstrando que as vari??veis ambientais podem mascarar os resultados e as diferen??as significativas somente foram demonstradas nas ??reas de cria aberta, cria total (regi??o Serrana) e infesta????o por Varroa destructor (regi??o Oeste Catarinense e Serrana) em compara????o ao grupo controle. As dietas utilizadas n??o alteraram as caracter??sticas f??sico-qu??micas do mel produzido, podendo ser consideradas adequadas para suplementa????o alimentar em ??poca de escassez de recurso natural de p??len. aAbelha aAlimenta????o aApicultura aDieta aNutricao animal