01925nam a2200181 a 450000100080000000500110000800800410001910000180006024501700007826000380024830000110028650000190029752013570031665300100167365300250168365300190170865300160172710114202008-06-30 1989 bl uuuu m 00u1 u #d1 aCAMILO, A. P. aGenetin resistance in Malus to Glomerella cingulata (stoneman) Spaulding & von Schrenkbsources of resistance, leaf infection, progeny evaluation, and pathogenicity. aCornell: Cornell Universityc1989 a116 p. aTese doutorado aEste estudo foi conduzido com os seguintes objetivos: a. Identificar fontes de resistencia a Glomerella cingulata; b. Desenvolver um metodo efetivo para avaliacao de germoplasma para resistencia a podridao amarga da macieira; c. Definir uma concentracao de inoculo efetiva para inoculacao artificial; d. Estudar a viabilidade de infectar-se folhas de macieira pela G. cingulata, para determinar se a resistencia das folhas esta correlacionada com a resistencia dos frutos; e. Avaliar progenies de macieira para verificar se a resistencia constatada em certos clones de macieira podem ser transmitida a sua progenie; f. Comparar a patogenecidade de diferentes isolados de G. cingulata em diferentes clones de macieira. O estagio de desenvolvimento do fruto nao tem influencia marcante na susceptibilidade do fruto, especialmente nos clones susceptiveis. Em virtude do metodo de inoculacao via ferimentos ter mostrado estreita correlacao com metodo de inoculacao sem ferimentos e ter reduzido a chance de escapes, foi considerado o metodo mais efetivo de inoculacao de frutos. Todos os isolados de G. cingulata testados foram patogenicos a todos os clones de macieira testados, com excecao da M. X sieboldii 2982-22. Diferencas entre isolados para infeccao de um determinado clone foram detectadas estatisticamente, mas nao foram de importancia pratica. aFUNGO aGLOMERELLA CINGULATA aPATOGENICIDADE aRESISTENCIA