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| Registros recuperados : 968 | |
| 1. |  | BRIGHENTI, E.; MARTIN, M. S.; SOUZA, Z. S.; KATSURAYAMA, J. M.; BRIGHENTI, A. F. DESEMPENHO DE MACIEIRAS 'FUJI MISHIMA' SOBRE DIFERENTES PORTA-ENXERTOS NO CICLO 2018/2019. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 26., 2019, JUAZEIRO, BA/PETROLINA, PE. Anais... Campos dos Goytacazes, RJ: SBF, 2019.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 2. |  | LATZUK, G.; MELO, A. R.; MARTIN, M. S.; NOGUEIRA, P. H. S.; PINTO, F. A. M. F.; DANIEL, E. S. QUALIDADE DE FRUTOS DA SELEÇÃO AVANÇADA DE MACIEIRA F2P101 SOBRE OS PORTA-ENXERTOS MARUBAKAIDO E MARUBAKAIDO COM FILTRO DE M-9. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2020, São Joaquim. Resumos... Florianópolis: Epagri, 2020. p. 121| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 3. |  | ESPERANÇA, C. F.; PETRI, J. L.; RUFATO, A. R.; GABARDO, G. C.; SCHVEITZER, B.; SILVA, C. D. S. EFEITO DO ÁCIDO ABSCÍSICO NOS ÍNDICES DE CLOROFILA EM FOLHAS DE MACIEIRAS In: JORNADA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA, 12., 2014, Bagé, RS. Anais... Bagé, RS: Urcamp, 2014.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 4. |  | HAWERROTH, M. C.; BRANCHER, T. L.; KVITSCHAL, M. V.; VARGAS, K. C. DISSIMILARIDADE ENTRE GENÓTIPOS COPA DE MACIEIRA COM BASE NA CARACTERIZAÇÃO DE DESCRITORES MORFOAGRONÔMICOS. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 24., 2016, Säo Luis, MA. Anais... Jaboticabal, SP: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2016.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 5. |  | MELO, A. R.; MARTIN, M. S.; LATZUK, G.; NOGUEIRA, P. H. S.; DANIEL, E. S.; BRIGHENTI, A. F. AVALIAÇÕES DE PRODUTIVIDADE E CALIBRES DE FRUTOS EM DIFERENTES PORTA- ENXERTOS DA SÉRIE CG PARA A ?MAXI GALA? NA REGIÃO DE SÃO JOAQUIM. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 14., 2020, São Joaquim. Resumos... Florianópolis: Epagri, 2020. p. 86| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 7. |  | SCHVEITZER, B.; SILVA, C. D. S.; PETRI, J. L.; COUTO, M.; LEITE, G. B.; BIANCHI, V. J. Comparação de métodos de extração de pigmentos fotossintéticos em rosáceas. In: ENCONTRO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 13., 2013, Fraiburgo, SC. Resumos... Caçador, SC: Epagri, 2013. p. 3-3.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 9. |  | KVITSCHAL, M. V.; CHIESA, R.; BRANCHER, T. L.; COUTO, M. Eficiência de plantas polinizadoras para a cultivar de macieira SCS443 Isadora. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 15., 2023, São Joaquim, SC. Resumos... São Joaquim, SC: Epagri, 2023. p. 150| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 10. |  | COUTO, M.; LEITE, G. B.; PETRI, J. L.; GABARDO, G. C. Utilização de óleo vegetal em substituição ao óleo mineral para superação da dormência e indução da brotação em macieiras ?Imperial Gala? e ?Fuji Suprema?. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves, RS. Anais... Bento Gonçalves, RS: [s.n.], 2012. p. 4273-4277.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 11. |  | MOREIRA, C.; SEZERINO, A. A.; MARTIN, M. S.; FENILI, C. L.; GABARDO, G. C.; PETRI, J. L. UTILIZAÇÃO DE SEMIOQUÍMICO ATRATIVO DE APIS MELLIFERA PARA O AUMENTO DA FRUTIFICAÇÃO EFETIVA EM MACIEIRA. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 13., 2018, São Joaquim. Resumos... Florianópolis: Epagri, 2018. p. 140| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 12. |  | KVITSCHAL, M. V.; BRANCHER, T. L.; COUTO, M.; CHIESA, R. Teste de plantas polinizadoras para a seleção avançada de macieira M.57/07. In: SEMINÁRIO NACIONAL SOBRE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 15., 2023, São Joaquim, SC. Resumos... São Joaquim, SC: Epagri, 2023. p. 146| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 14. |  | RIBEIRO, P. A.; PEREIRA, A.; CAMILO, A.; PETRI, J. L.; CAMELATTO, D. Comportamento de algumas cultivares. Toda Fruta, São Caetano do Sul, SP, v. 2, n. 18, p. 34-38, 1987.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 15. |  | GIRARD, C. L.; SOARES, L. A. de S.; VIEGAS, J.; SILVA, J. B. da.; BILHALVA, A. B.; GNOATTO, S. C.; PONTE, E. M. DEL. Isolamenro de protoplastos de polpa de maca (Malus domestica Borkh) em diferentes estadios de maturacao do fruto. Revista Brasileira de Fruticultura, Cruz das Almas, v.17, n.1, p.103-107, 1995.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 17. |  | MONTERO, C. R. S.; ANTES, R. B.; SANTOS, R. P. dos; SANTOS, L. C. dos; ANDREAZZA, C. S.; BENDER, R. J. Alterações na cutícula de maçãs ?Fuji? e ?Gala? em função do tratamento térmico e da armazenagem refrigerada. Acta Scientiarum: Agronomy, v. 32, n. 3, p. 441-447, 2010.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 18. |  | ARGENTA, L. C.; VIEIRA, M. J.; KRAMMES, J. G.; PETRI, J. L.; BASSO, C. AVG and 1-MCP effects on maturity and quality of apple fruit at harvest and after storage. Acta Horticulturae, Saltillo, v. 727, p. 495-503, 2006. ISSN, 05677572| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 19. |  | HAWERROTH, F. J.; HERTER, F. G.; PETRI, J. L.; LEITE, G. B.; LEONETTI, J. F.; MARAFON, A. C. Brotação de gemas de macieiras Castel Gala e Royal gala sob influência de temperaturas durante o período hibernal. In: ENCONTRO NACIONAL DE FRUTICULTURA DE CLIMA TEMPERADO, 11., 2009, Fraiburgo, SC. Anais... Caçador: Epagri, 2009. p. 45.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| Registros recuperados : 968 | |
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Registro Completo
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
01/12/2025 |
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Data da última atualização: |
01/12/2025 |
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Tipo da produção científica: |
Artigo de Divulgação na Mídia |
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Autoria: |
KVITSCHAL, M. V.; THUROW, L. B.; TOMAZETTI, T. C. |
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Título: |
O Programa de Melhoramento Genético de Macieira na Epagri recebe reforços. |
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Ano de publicação: |
2025 |
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Fonte/Imprenta: |
Vacaria, RS: Agapomi, 2025. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
A cultura da macieira (Malus domestica Borkh.) é originária das regiões frias da China, foi domesticada e vem sendo tradicionalmente cultivada em países frios do hemisfério Norte (HAWERROTH e KVITSCHAL, 2017). Por esse motivo, é compressível que a maioria das variedades cultivadas pelo mundo sejam de alto requerimento de frio hibernal para superação da dormência. No Brasil, portanto, várias dessas variedades estrangeiras possuem deficiência de adaptação ao clima, visto que mesmo na região Sul do país não há acúmulo suficiente de frio para que a dormência seja superada adequadamente. Isso acarreta em brotação errática e deficiente, mesmo em variedades como Gala e Fuji que já vem sendo cultivadas no país há mais de quatro décadas e atualmente predomina em cerca de 95% dos cultivos de macieira no país. Por questões comerciais e logísticas, nas ultimas décadas no Brasil foi criada uma grande dependência destas duas variedades, gerando muitas dificuldades para o setor produtivo, principalmente em aspectos relacionados à gestão da mão de obra e ao seu custo. Por isso, as pesquisas em Melhoramento Genético da Macieira são de grande relevância por oportunizar ao setor produtivo o acesso a mais opções de variedades que possam ser utilizadas na diversificação varietal nas propriedades. Kvitschal el al. (2022) enfatizam que a diversificação de variedades é uma estratégia importante a ser utilizada para minimizar ou até mesmo mitigar algumas dessas dificuldades nas propriedades frutícolas. Por esse motivo, a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural de Santa Catarina) vem investindo em trabalhos de pesquisa em melhoramento genético dessa cultura há mais de cinco décadas no Brasil, cujo propósito é desenvolver novas variedades de alto valor agronômico, mas que possuam melhor adaptação ao clima brasileiro em comparação às variedades tradicionalmente predominantes, como Gala e Fuji (DENARDI et al., 2019). Esse trabalho de pesquisa vem sendo operado por duas unidades da Epagri, sendo a Estação Experimental de Caçador ?José Oscar Kurtz? e a Estação Experimental de São Joaquim, cujo trabalho é realizado de forma conjunta com intuito de gerar tecnologias tanto para a região da Serra Catarinense quanto das regiões menos frias, como o Meio-oeste catarinense. Muitas dessas tecnologias geradas por esse Programa de Pesquisa têm aplicação também para a região gaúcha, nos entornos de Vacaria ? RS, região esta que também possui grande expressão na produção de maçãs no Brasil. Exemplos de variedades importantes lançadas pela Epagri para o setor são a Fuji Suprema, que é um dos clones de Fuji mais plantados no Brasil e as mais recentes mutações de Gala, a exemplo da Gala Gui e Galídia (Figura 1), pois ambas são resistentes à mancha foliar de glomerella (Colletotrichum spp.). A variedade Lorenzo, que é uma mutação de ?Condessa? mas imune à mancha foliar de glomerella, também se destaca como uma opção importante para regiões mais quentes, que tradicionalmente produzem a variedade ?Eva? e iniciam a colheita ainda em dezembro. Mas as novas variedades híbridas desenvolvidas pela Epagri, ?Luiza?, ?Venice?, ?Isadora? e ?Serrana? (Figura 1), também possuem importantíssimo valor para o setor produtivo, pois são geneticamente distintas das tradicionais ?Gala? e ?Fuji?, e isso contribui para a redução da vulnerabilidade genética dos cultivos de macieira no país. Além disso, são variedades que possuem característica de melhor adaptação ao clima brasileiro, produzem frutas de excelente qualidade e são colhidas em períodos diferentes da colheita de Gala e Fuji. Isso garante uma vantagem diferencial muito importante a essas variedades, pois as elegem como opções relevantes para a diversificação de variedades no meio produtivo. Este programa de sucesso é fruto do trabalho de pesquisadores que dedicaram suas carreiras à pomicultura catarinense. Nomes como Anísio Camilo (in memorian), Frederico Denardi, José Luiz Petri e José Itamar Boneti foram pioneiros e pilares fundamentais, cujo legado permitiu o desenvolvimento de dezenas de tecnologias que transformaram a produção de maçã no Brasil. No entanto, por muitos anos a equipe de pesquisa em melhoramento genético, tanto na Unidade de Caçador quanto na Unidade de São Joaquim, esteve desfalcada devido às aposentadorias e aos desligamentos de pesquisadores que migraram para outras instituições. A aposentadoria próxima do pesquisador Ivan Dagoberto Faoro, prevista para julho de 2026, também reforça a necessidade contínua de renovação. MenosA cultura da macieira (Malus domestica Borkh.) é originária das regiões frias da China, foi domesticada e vem sendo tradicionalmente cultivada em países frios do hemisfério Norte (HAWERROTH e KVITSCHAL, 2017). Por esse motivo, é compressível que a maioria das variedades cultivadas pelo mundo sejam de alto requerimento de frio hibernal para superação da dormência. No Brasil, portanto, várias dessas variedades estrangeiras possuem deficiência de adaptação ao clima, visto que mesmo na região Sul do país não há acúmulo suficiente de frio para que a dormência seja superada adequadamente. Isso acarreta em brotação errática e deficiente, mesmo em variedades como Gala e Fuji que já vem sendo cultivadas no país há mais de quatro décadas e atualmente predomina em cerca de 95% dos cultivos de macieira no país. Por questões comerciais e logísticas, nas ultimas décadas no Brasil foi criada uma grande dependência destas duas variedades, gerando muitas dificuldades para o setor produtivo, principalmente em aspectos relacionados à gestão da mão de obra e ao seu custo. Por isso, as pesquisas em Melhoramento Genético da Macieira são de grande relevância por oportunizar ao setor produtivo o acesso a mais opções de variedades que possam ser utilizadas na diversificação varietal nas propriedades. Kvitschal el al. (2022) enfatizam que a diversificação de variedades é uma estratégia importante a ser utilizada para minimizar ou até... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Apple breeding; Diversificação; Malus domestica. |
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Categoria do assunto: |
A Sistemas de Cultivo |
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URL: |
https://intranetdoc.epagri.sc.gov.br/producao_tecnico_cientifica/DOC_65776.pdf
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Marc: |
LEADER 05166nom a2200169 a 4500 001 1136394 005 2025-12-01 008 2025 bl u u #d 100 1 $aKVITSCHAL, M. V. 245 $aO Programa de Melhoramento Genético de Macieira na Epagri recebe reforços.$h[electronic resource] 260 $aVacaria, RS: Agapomi$c2025 520 $aA cultura da macieira (Malus domestica Borkh.) é originária das regiões frias da China, foi domesticada e vem sendo tradicionalmente cultivada em países frios do hemisfério Norte (HAWERROTH e KVITSCHAL, 2017). Por esse motivo, é compressível que a maioria das variedades cultivadas pelo mundo sejam de alto requerimento de frio hibernal para superação da dormência. No Brasil, portanto, várias dessas variedades estrangeiras possuem deficiência de adaptação ao clima, visto que mesmo na região Sul do país não há acúmulo suficiente de frio para que a dormência seja superada adequadamente. Isso acarreta em brotação errática e deficiente, mesmo em variedades como Gala e Fuji que já vem sendo cultivadas no país há mais de quatro décadas e atualmente predomina em cerca de 95% dos cultivos de macieira no país. Por questões comerciais e logísticas, nas ultimas décadas no Brasil foi criada uma grande dependência destas duas variedades, gerando muitas dificuldades para o setor produtivo, principalmente em aspectos relacionados à gestão da mão de obra e ao seu custo. Por isso, as pesquisas em Melhoramento Genético da Macieira são de grande relevância por oportunizar ao setor produtivo o acesso a mais opções de variedades que possam ser utilizadas na diversificação varietal nas propriedades. Kvitschal el al. (2022) enfatizam que a diversificação de variedades é uma estratégia importante a ser utilizada para minimizar ou até mesmo mitigar algumas dessas dificuldades nas propriedades frutícolas. Por esse motivo, a Epagri (Empresa de Pesquisa Agropecuária e de Extensão Rural de Santa Catarina) vem investindo em trabalhos de pesquisa em melhoramento genético dessa cultura há mais de cinco décadas no Brasil, cujo propósito é desenvolver novas variedades de alto valor agronômico, mas que possuam melhor adaptação ao clima brasileiro em comparação às variedades tradicionalmente predominantes, como Gala e Fuji (DENARDI et al., 2019). Esse trabalho de pesquisa vem sendo operado por duas unidades da Epagri, sendo a Estação Experimental de Caçador ?José Oscar Kurtz? e a Estação Experimental de São Joaquim, cujo trabalho é realizado de forma conjunta com intuito de gerar tecnologias tanto para a região da Serra Catarinense quanto das regiões menos frias, como o Meio-oeste catarinense. Muitas dessas tecnologias geradas por esse Programa de Pesquisa têm aplicação também para a região gaúcha, nos entornos de Vacaria ? RS, região esta que também possui grande expressão na produção de maçãs no Brasil. Exemplos de variedades importantes lançadas pela Epagri para o setor são a Fuji Suprema, que é um dos clones de Fuji mais plantados no Brasil e as mais recentes mutações de Gala, a exemplo da Gala Gui e Galídia (Figura 1), pois ambas são resistentes à mancha foliar de glomerella (Colletotrichum spp.). A variedade Lorenzo, que é uma mutação de ?Condessa? mas imune à mancha foliar de glomerella, também se destaca como uma opção importante para regiões mais quentes, que tradicionalmente produzem a variedade ?Eva? e iniciam a colheita ainda em dezembro. Mas as novas variedades híbridas desenvolvidas pela Epagri, ?Luiza?, ?Venice?, ?Isadora? e ?Serrana? (Figura 1), também possuem importantíssimo valor para o setor produtivo, pois são geneticamente distintas das tradicionais ?Gala? e ?Fuji?, e isso contribui para a redução da vulnerabilidade genética dos cultivos de macieira no país. Além disso, são variedades que possuem característica de melhor adaptação ao clima brasileiro, produzem frutas de excelente qualidade e são colhidas em períodos diferentes da colheita de Gala e Fuji. Isso garante uma vantagem diferencial muito importante a essas variedades, pois as elegem como opções relevantes para a diversificação de variedades no meio produtivo. Este programa de sucesso é fruto do trabalho de pesquisadores que dedicaram suas carreiras à pomicultura catarinense. Nomes como Anísio Camilo (in memorian), Frederico Denardi, José Luiz Petri e José Itamar Boneti foram pioneiros e pilares fundamentais, cujo legado permitiu o desenvolvimento de dezenas de tecnologias que transformaram a produção de maçã no Brasil. No entanto, por muitos anos a equipe de pesquisa em melhoramento genético, tanto na Unidade de Caçador quanto na Unidade de São Joaquim, esteve desfalcada devido às aposentadorias e aos desligamentos de pesquisadores que migraram para outras instituições. A aposentadoria próxima do pesquisador Ivan Dagoberto Faoro, prevista para julho de 2026, também reforça a necessidade contínua de renovação. 653 $aApple breeding 653 $aDiversificação 653 $aMalus domestica 700 1 $aTHUROW, L. B. 700 1 $aTOMAZETTI, T. C.
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