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| Registros recuperados : 135 | |
| 14. |  | FELICIANO, A. M.; SANTOS, A. A.; GIEHL, A. L.; NOVAES, A. L. T.; SILVA, F. M.; ALVES, J. R.; VICENTE, L. R. M.; TORESAN, L.; SÁ, M. A.; DOROW, R.; SOUZA, R. V.; GOULART JÚNIOR, R.; MARCONDES, T. Destaques Agropecuária Catarinense 2021. Florianópolis: Epagri, 2021. 6 p.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| Registros recuperados : 135 | |
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Registro Completo
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
05/05/2020 |
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Data da última atualização: |
05/05/2020 |
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Tipo da produção científica: |
Artigo em Anais de Congresso / Nota Técnica |
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Autoria: |
GOULART JÚNIOR, R. |
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Título: |
Maçã - 2018/19. |
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Ano de publicação: |
2020 |
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Fonte/Imprenta: |
Síntese Anual da Agropecuária em Santa Catarina 2018-2019, Florianópolis, p. 56-64, 2020. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
Em 2017, a maleicultura mundial produziu 83,1 milhões de toneladas, com taxa de crescimento de 0,4% ao ano entre 2015 e 2017. Com mais de 4,9 milhões de hectares colhidos, a produtividade média foi de 16.851 quilos por hectare, com crescimento de 2,1% no período (FAO). Em 2017, os três países com maior produção foram responsáveis por 59,7% da produção mundial. Entre 2015 e 2017, a China apresentou uma taxa de crescimento anual de 1,1% na quantidade produzida, em 2,2 mil hectares de área colhida, (decréscimo de 0,6%). No quinquênio 2013-17, os países produtores com as maiores taxas de crescimento anual foram a Índia e os EUA, com 4,3% e 2,3%, respectivamente. O Brasil participou com 1,6% da produção na safra de 2017 e apresentou uma taxa de crescimento anual de 24% em relação ao ano anterior, com recuperação da qualidade na produção da safra 2016/17. No triênio, os valores exportados representaram crescimento anual de 5,6%, passando de US$6,97 bilhões em 2015 para US$7,78 bilhões em 2017. Em 2017, China, EUA, Itália e Chile somaram mais de 53% dos valores exportados de maçã. Os países com as maiores taxas de crescimento no triênio foram: Irã (34,5%), Países Baixos (21,9%), China (18,1%) e Polônia (11,9%). Na safra 2018/19, a participação na produção foi de 49,3% para Rio Grande do Sul e 47,9% para Santa Catarina, que juntos representam 97,3% da produção nacional e 96,0% da área em produção da maleicultura. No ano de 2018, os dois estados sulinos representavam 96,4% da quantidade produzida e 95,7% da área colhida e, entre 2018 e 2019, houve crescimento de 3,3% na produção. Conforme Epagri/Cepa (2019), na safra 2017/18, Santa Catarina produziu 574,65 mil toneladas de maçã, sendo 54,0% do cultivar maçã Gala, 43,9% do cultivar Fuji e 2,2% de variedades de maçãs precoces (clones de Gala). A produção estadual da fruta é realizada por 2.216 pomicultores, com área colhida de 15.495 hectares, valor bruto da produção (VBP) total estimado em R$567,91 milhões. Na composição do VBP, 55,4% foram gerados com a comercialização da maçã Gala, 41,9% da maçã Fuji e 2,7% de maçãs precoces. MenosEm 2017, a maleicultura mundial produziu 83,1 milhões de toneladas, com taxa de crescimento de 0,4% ao ano entre 2015 e 2017. Com mais de 4,9 milhões de hectares colhidos, a produtividade média foi de 16.851 quilos por hectare, com crescimento de 2,1% no período (FAO). Em 2017, os três países com maior produção foram responsáveis por 59,7% da produção mundial. Entre 2015 e 2017, a China apresentou uma taxa de crescimento anual de 1,1% na quantidade produzida, em 2,2 mil hectares de área colhida, (decréscimo de 0,6%). No quinquênio 2013-17, os países produtores com as maiores taxas de crescimento anual foram a Índia e os EUA, com 4,3% e 2,3%, respectivamente. O Brasil participou com 1,6% da produção na safra de 2017 e apresentou uma taxa de crescimento anual de 24% em relação ao ano anterior, com recuperação da qualidade na produção da safra 2016/17. No triênio, os valores exportados representaram crescimento anual de 5,6%, passando de US$6,97 bilhões em 2015 para US$7,78 bilhões em 2017. Em 2017, China, EUA, Itália e Chile somaram mais de 53% dos valores exportados de maçã. Os países com as maiores taxas de crescimento no triênio foram: Irã (34,5%), Países Baixos (21,9%), China (18,1%) e Polônia (11,9%). Na safra 2018/19, a participação na produção foi de 49,3% para Rio Grande do Sul e 47,9% para Santa Catarina, que juntos representam 97,3% da produção nacional e 96,0% da área em produção da maleicultura. No ano de 2018, os dois estados sulinos representavam 96,4% da quantid... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Economia agrícola; Exportações; Maçã; Produção agrícola; Santa Catarina. |
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Categoria do assunto: |
E Economia e Indústria Agrícola |
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URL: |
https://intranetdoc.epagri.sc.gov.br/producao_tecnico_cientifica/DOC_45275.pdf
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Marc: |
LEADER 02692naa a2200181 a 4500 001 1129611 005 2020-05-05 008 2020 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aGOULART JÚNIOR, R. 245 $aMaçã - 2018/19.$h[electronic resource] 260 $c2020 520 $aEm 2017, a maleicultura mundial produziu 83,1 milhões de toneladas, com taxa de crescimento de 0,4% ao ano entre 2015 e 2017. Com mais de 4,9 milhões de hectares colhidos, a produtividade média foi de 16.851 quilos por hectare, com crescimento de 2,1% no período (FAO). Em 2017, os três países com maior produção foram responsáveis por 59,7% da produção mundial. Entre 2015 e 2017, a China apresentou uma taxa de crescimento anual de 1,1% na quantidade produzida, em 2,2 mil hectares de área colhida, (decréscimo de 0,6%). No quinquênio 2013-17, os países produtores com as maiores taxas de crescimento anual foram a Índia e os EUA, com 4,3% e 2,3%, respectivamente. O Brasil participou com 1,6% da produção na safra de 2017 e apresentou uma taxa de crescimento anual de 24% em relação ao ano anterior, com recuperação da qualidade na produção da safra 2016/17. No triênio, os valores exportados representaram crescimento anual de 5,6%, passando de US$6,97 bilhões em 2015 para US$7,78 bilhões em 2017. Em 2017, China, EUA, Itália e Chile somaram mais de 53% dos valores exportados de maçã. Os países com as maiores taxas de crescimento no triênio foram: Irã (34,5%), Países Baixos (21,9%), China (18,1%) e Polônia (11,9%). Na safra 2018/19, a participação na produção foi de 49,3% para Rio Grande do Sul e 47,9% para Santa Catarina, que juntos representam 97,3% da produção nacional e 96,0% da área em produção da maleicultura. No ano de 2018, os dois estados sulinos representavam 96,4% da quantidade produzida e 95,7% da área colhida e, entre 2018 e 2019, houve crescimento de 3,3% na produção. Conforme Epagri/Cepa (2019), na safra 2017/18, Santa Catarina produziu 574,65 mil toneladas de maçã, sendo 54,0% do cultivar maçã Gala, 43,9% do cultivar Fuji e 2,2% de variedades de maçãs precoces (clones de Gala). A produção estadual da fruta é realizada por 2.216 pomicultores, com área colhida de 15.495 hectares, valor bruto da produção (VBP) total estimado em R$567,91 milhões. Na composição do VBP, 55,4% foram gerados com a comercialização da maçã Gala, 41,9% da maçã Fuji e 2,7% de maçãs precoces. 653 $aEconomia agrícola 653 $aExportações 653 $aMaçã 653 $aProdução agrícola 653 $aSanta Catarina 773 $tSíntese Anual da Agropecuária em Santa Catarina 2018-2019, Florianópolis, p. 56-64, 2020.
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