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| Registros recuperados : 333 | |
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Registro Completo
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
17/12/2019 |
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Data da última atualização: |
17/12/2019 |
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Tipo da produção científica: |
Resumo em Anais de Congresso |
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Autoria: |
FELIPPETO, J.; CALIARI, V. |
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Título: |
Índices de polifenóis totais e perfil cromático de Vinhos de Altitude de SC: subsídios para a compreensão da tipicidade dos produtos, com vistas à sua elevação Ao 'status' de IP. |
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Ano de publicação: |
2019 |
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Fonte/Imprenta: |
In: WORKSHOP CATARINENSE DE INDICAÇÃO GEOGRÁFICA, 8., 2019, Florianópolis. Anais... Florianópolis: Epagri, 2019. p. 318-322. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
Os vinhos produzidos nas regiões de altitude de Santa Catarina têm merecido destaque na vitivinicultura nacional em função da sua qualidade e tipicidade (BORGHEZAN, 2011). As condições edafoclimáticas presentes nas regiões do Planalto Catarinense e dos Campos de Palmas em Santa Catarina permitem a obtenção de vinhos com características sensoriais próprias e advindas das interações entre as condições do meio e o metabolismo da videira. Tais condições, aliadas à maneira de fazer e da excelente reputação dos produtos originários dessas regiões tem sido alvo de ações efetivas na busca da obtenção da Indicação de Procedência ?Vinhos de Altitude de Santa Catarina?. As ações em implementação visam a proteção das características dos produtos, bem como o desenvolvimento territorial da cadeia vitivinícola do Estado. Foram analisados 40 vinhos tintos, tranquilos, procedentes das safras entre 2010 e 2018 e elaborados com uvas produzidas em diferentes regiões do Planalto Catarinense e do Planalto de dos Campos de Palmas, em Santa Catarina. As variedades vinificadas foram principalmente Sangiovese, Merlot, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Montepulciano, além de cortes intervarietais entre Cabernet Sauvignon e Merlot. Também foram estudadas variedades diversas que, nesse estudo foram identificadas como ?outras?. O IPT foi determinado de acordo com o método proposto por Singleton & Rossi, (1965), utilizando o reagente Folin-Ciocalteu. As concentrações de polifenóis totais foram lidas em espectrofotômetro de UV/VIS na faixa espectral de 760 nm, quantificadas por meio de uma curva de calibração com ácido gálico e expressas em miligramas de Equivalente de Ácido Gálico por litro (mg EAG L-1). A densidade ótica (DO) também foi determinada através da espectrofotometria, nos comprimentos de onda de 420 nm, 520 nm e 620 nm (medidos pela absorbância), em cubetas de 1,00 mm de percurso ótico. Foram calculados os índices de cor (IC=A420+A520+A620), de acordo os métodos propostos por Glories (1984) e Amerine & Ough (1988). A ordenação dos dados obtidos foi realizada com o auxílio de planilhas Excel, sendo calculadas, para cada variável, as médias e os desvios-padrão. A partir dos dados expostos, depreende-se que os vinhos produzidos no Planalto Catarinense e nos Campos de Palmas, em Santa Catarina, apresentam qualificações técnicas que atendem plenamente aos critérios de qualidade, no que se refere aos seus índices de polifenóis totais e às suas características cromáticas. Os maiores IPT foram observados nas variedades Montepulciano e Merlot e, as menores nas variedades Pinot Noir e Sangiovese. Quanto à cor, todos os vinhos mostraram uma adequada intensidade cromática, além de um predomínio na faixa espectral ligada às tonalidades azuis, especialmente as variedades Sangiovese e Pinot Noir, demonstrando que as amostras analisadas possuem um bom potencial de guarda. Os resultados aqui apresentados poderão ser utilizados como subsídio técnico para a composição de parte dos documentos a serem encaminhados ao INPI para solicitar a concessão da Indicação de Procedência dos vinhos de Altitude de Santa Catarina. MenosOs vinhos produzidos nas regiões de altitude de Santa Catarina têm merecido destaque na vitivinicultura nacional em função da sua qualidade e tipicidade (BORGHEZAN, 2011). As condições edafoclimáticas presentes nas regiões do Planalto Catarinense e dos Campos de Palmas em Santa Catarina permitem a obtenção de vinhos com características sensoriais próprias e advindas das interações entre as condições do meio e o metabolismo da videira. Tais condições, aliadas à maneira de fazer e da excelente reputação dos produtos originários dessas regiões tem sido alvo de ações efetivas na busca da obtenção da Indicação de Procedência ?Vinhos de Altitude de Santa Catarina?. As ações em implementação visam a proteção das características dos produtos, bem como o desenvolvimento territorial da cadeia vitivinícola do Estado. Foram analisados 40 vinhos tintos, tranquilos, procedentes das safras entre 2010 e 2018 e elaborados com uvas produzidas em diferentes regiões do Planalto Catarinense e do Planalto de dos Campos de Palmas, em Santa Catarina. As variedades vinificadas foram principalmente Sangiovese, Merlot, Pinot Noir, Cabernet Sauvignon, Montepulciano, além de cortes intervarietais entre Cabernet Sauvignon e Merlot. Também foram estudadas variedades diversas que, nesse estudo foram identificadas como ?outras?. O IPT foi determinado de acordo com o método proposto por Singleton & Rossi, (1965), utilizando o reagente Folin-Ciocalteu. As concentrações de polifenóis totais foram lidas em espe... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Indice de polifenóis totais; Perfil cromático; Vinhos de altitude. |
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Categoria do assunto: |
X Pesquisa, Tecnologia e Engenharia |
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URL: |
https://intranetdoc.epagri.sc.gov.br/producao_tecnico_cientifica/DOC_44290.pdf
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Marc: |
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