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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
29/06/2010 |
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Data da última atualização: |
01/07/2010 |
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Autoria: |
SATO, A. J.; SILVA, B. J. da; SANTOS, C. E. dos; BERTOLUCCI, R.; SANTOS, R. dos; CARIELO, M.; GUIRAUD, M. C.; FONSECA, I. C. de B.; ROBERTO, S. R.; |
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Título: |
Fenologia e demanda térmica das videiras 'Isabel' e 'Rubea' sobre diferentes porta-enxertos na Região Norte do Paraná.
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Ano de publicação: |
2008 |
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Fonte/Imprenta: |
Semina: Ciências Agrárias, Londrina, v. 29, n. 2, p. 283-292, abr./jun. 2008. |
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Idioma: |
Português |
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Conteúdo: |
Este trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenológico, bem como determinar a demanda térmica das videiras 'Isabel' (Vitis labrusca) e 'Rubea' (V. labrusca x (V. labrusca x V. vinifera) x V. labrusca) enxertadas sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas, IAC 572 Jales e 420-A, destinadas à elaboração de suco de uva no Norte do Paraná. O experimento foi conduzido em um pomar experimental pertencente ao Centro Tecnológico da Cooperativa Corol, localizado no município de Rolândia, PR. O plantio dos porta-enxertos foi realizado em julho de 2002, e a enxertia das copas em julho de 2003. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com 4 repetições, com os tratamentos arranjados no esquema fatorial 2x3 (2 cultivares copa e 3 cultivares porta-enxerto). As plantas foram conduzidas no sistema GDC (Geneva Double Curtain) no espaçamento de 2,0 m entre plantas e 3,5 m entre linhas. Para o estudo da duração dos estádios fenológicos da videira, foram etiquetados quatro esporões por parcela, onde, a partir da poda de frutificação, foi determinado o tempo decorrido, em dias, até a gema-algodão, a brotação, o aparecimento da inflorescência, o florescimento, o início da maturação e a colheita. A demanda térmica foi calculada empregando o somatório de graus-dia (GD), desde a poda até a colheita ,e entre cada um dos subperíodos. Pelos resultados obtidos, determinou-se que a duração do ciclo para a videira 'Isabel', sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas, IAC 572 Jales e 420-A, foi de
148, 142 e 167 dias, respectivamente e a demanda térmica durante todo o ciclo para estas combinações de 1.260,9, 1.260,9 e 1.541,6 GD, respectivamente. Para a videira 'Rubea', sobre os mesmos porta-enxertos a duração do ciclo foi de 134, 134 e 132 dias, respectivamente. A demanda térmica para o período entre a poda e a colheita foi de 1.003,8; 1.003,8 e 999,5 GD, respectivamente. MenosEste trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenológico, bem como determinar a demanda térmica das videiras 'Isabel' (Vitis labrusca) e 'Rubea' (V. labrusca x (V. labrusca x V. vinifera) x V. labrusca) enxertadas sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas, IAC 572 Jales e 420-A, destinadas à elaboração de suco de uva no Norte do Paraná. O experimento foi conduzido em um pomar experimental pertencente ao Centro Tecnológico da Cooperativa Corol, localizado no município de Rolândia, PR. O plantio dos porta-enxertos foi realizado em julho de 2002, e a enxertia das copas em julho de 2003. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com 4 repetições, com os tratamentos arranjados no esquema fatorial 2x3 (2 cultivares copa e 3 cultivares porta-enxerto). As plantas foram conduzidas no sistema GDC (Geneva Double Curtain) no espaçamento de 2,0 m entre plantas e 3,5 m entre linhas. Para o estudo da duração dos estádios fenológicos da videira, foram etiquetados quatro esporões por parcela, onde, a partir da poda de frutificação, foi determinado o tempo decorrido, em dias, até a gema-algodão, a brotação, o aparecimento da inflorescência, o florescimento, o início da maturação e a colheita. A demanda térmica foi calculada empregando o somatório de graus-dia (GD), desde a poda até a colheita ,e entre cada um dos subperíodos. Pelos resultados obtidos, determinou-se que a duração do ciclo para a videira 'Isabel', sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
Grau-dia; Suco de uva; Uva; Vitis labrusca. |
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Categoria do assunto: |
-- |
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Marc: |
LEADER 02734naa a2200265 a 4500 001 1070609 005 2010-07-01 008 2008 bl uuuu u00u1 u #d 100 1 $aSATO, A. J. 245 $aFenologia e demanda térmica das videiras 'Isabel' e 'Rubea' sobre diferentes porta-enxertos na Região Norte do Paraná. 260 $c2008 520 $aEste trabalho teve como objetivo caracterizar o comportamento fenológico, bem como determinar a demanda térmica das videiras 'Isabel' (Vitis labrusca) e 'Rubea' (V. labrusca x (V. labrusca x V. vinifera) x V. labrusca) enxertadas sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas, IAC 572 Jales e 420-A, destinadas à elaboração de suco de uva no Norte do Paraná. O experimento foi conduzido em um pomar experimental pertencente ao Centro Tecnológico da Cooperativa Corol, localizado no município de Rolândia, PR. O plantio dos porta-enxertos foi realizado em julho de 2002, e a enxertia das copas em julho de 2003. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com 4 repetições, com os tratamentos arranjados no esquema fatorial 2x3 (2 cultivares copa e 3 cultivares porta-enxerto). As plantas foram conduzidas no sistema GDC (Geneva Double Curtain) no espaçamento de 2,0 m entre plantas e 3,5 m entre linhas. Para o estudo da duração dos estádios fenológicos da videira, foram etiquetados quatro esporões por parcela, onde, a partir da poda de frutificação, foi determinado o tempo decorrido, em dias, até a gema-algodão, a brotação, o aparecimento da inflorescência, o florescimento, o início da maturação e a colheita. A demanda térmica foi calculada empregando o somatório de graus-dia (GD), desde a poda até a colheita ,e entre cada um dos subperíodos. Pelos resultados obtidos, determinou-se que a duração do ciclo para a videira 'Isabel', sobre os porta-enxertos IAC 766 Campinas, IAC 572 Jales e 420-A, foi de 148, 142 e 167 dias, respectivamente e a demanda térmica durante todo o ciclo para estas combinações de 1.260,9, 1.260,9 e 1.541,6 GD, respectivamente. Para a videira 'Rubea', sobre os mesmos porta-enxertos a duração do ciclo foi de 134, 134 e 132 dias, respectivamente. A demanda térmica para o período entre a poda e a colheita foi de 1.003,8; 1.003,8 e 999,5 GD, respectivamente. 653 $aGrau-dia 653 $aSuco de uva 653 $aUva 653 $aVitis labrusca 700 1 $aSILVA, B. J. da 700 1 $aSANTOS, C. E. dos 700 1 $aBERTOLUCCI, R. 700 1 $aSANTOS, R. dos 700 1 $aCARIELO, M. 700 1 $aGUIRAUD, M. C. 700 1 $aFONSECA, I. C. de B. 700 1 $aROBERTO, S. R. 773 $tSemina: Ciências Agrárias, Londrina$gv. 29, n. 2, p. 283-292, abr./jun. 2008.
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