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Registro Completo |
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Biblioteca(s): |
Epagri-Itajaí; Epagri-Sede. |
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Data corrente: |
26/06/2003 |
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Data da última atualização: |
29/04/2014 |
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Autoria: |
REBELO, J. A. |
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Afiliação: |
EPAGRI |
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Título: |
Mancha reticulada (Leandria momordicae Rangel) em cucurbitaceas. |
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Ano de publicação: |
2003 |
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Fonte/Imprenta: |
2003. 230 f. |
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Idioma: |
Português |
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Notas: |
Tese (Doutorado em fitotecnia área de concentração fitossanidade)- Universidade Federal do Rio grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2003. |
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Conteúdo: |
Leandria momordicæ é um importante patógeno de cucurbitáceas. No entanto, além da baixa eficiência dos agroquímicos usados no seu controle, pouco se sabe sobre a sobrevivência, hospedeiros, variabilidade genética, fontes de resistência, virulência e comportamento in vitro deste fungo, além das desencontradas informações sobre a epidemiologia e o desenvolvimento da infecção em plantas no campo e em estufa. Pesquisou-se, então, em áreas de produção de pepinos no litoral de Santa Catarina e nos laboratórios da Epagri, em Itajaí, SC e da Faculdade de Agronomia da UFRGS, Porto Alegre, RS, controle químico; sobrevivência em hospedeiros, no solo e in vitro; preservação de restos culturais no campo; esporulação e infecção; gama de hospedeiros e de resistência; epidemiologia em campo e em estufa; variabilidade, através de polimorfismo de DNA, via AFLP e plasticidade morfológica. O fungo pode sobreviver no solo, em seus hospedeiros e in vitro, congelado ou em água destilada; apresenta anastomose e variabilidade genética entre isolados de hospedeiros distintos. A doença, cuja sintomatologia varia com a temperatura e umidade, é mais severa sob chuva e temperatura entre 18 a 25 o C. O micélio pode infectar, mesmo sob condições impróprias ao conídio. Cayaponia tayuya, Melothria pendula e Cucurbita maxima foram imunes ao fungo, e Cucurbita pepo, Bryonia cretica, Sicana odorifera, Cucumis metuliferus e Cucurbita pepo var. melopepo também são seus hospedeiros. A esporulação depende de luz, temperatura e meio de cultura e a luminosidade não interfere no crescimento. Colônias, após imersão em água, produzem mais esporos. A doença pode ser controlada pelo efeito guarda-chuva das estufas e por certos agroquímicos e o efeito biocida de Citrobio in vitro não se reproduz, necessariamente, no campo. MenosLeandria momordicæ é um importante patógeno de cucurbitáceas. No entanto, além da baixa eficiência dos agroquímicos usados no seu controle, pouco se sabe sobre a sobrevivência, hospedeiros, variabilidade genética, fontes de resistência, virulência e comportamento in vitro deste fungo, além das desencontradas informações sobre a epidemiologia e o desenvolvimento da infecção em plantas no campo e em estufa. Pesquisou-se, então, em áreas de produção de pepinos no litoral de Santa Catarina e nos laboratórios da Epagri, em Itajaí, SC e da Faculdade de Agronomia da UFRGS, Porto Alegre, RS, controle químico; sobrevivência em hospedeiros, no solo e in vitro; preservação de restos culturais no campo; esporulação e infecção; gama de hospedeiros e de resistência; epidemiologia em campo e em estufa; variabilidade, através de polimorfismo de DNA, via AFLP e plasticidade morfológica. O fungo pode sobreviver no solo, em seus hospedeiros e in vitro, congelado ou em água destilada; apresenta anastomose e variabilidade genética entre isolados de hospedeiros distintos. A doença, cuja sintomatologia varia com a temperatura e umidade, é mais severa sob chuva e temperatura entre 18 a 25 o C. O micélio pode infectar, mesmo sob condições impróprias ao conídio. Cayaponia tayuya, Melothria pendula e Cucurbita maxima foram imunes ao fungo, e Cucurbita pepo, Bryonia cretica, Sicana odorifera, Cucumis metuliferus e Cucurbita ... Mostrar Tudo |
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Palavras-Chave: |
CUCURBITACEA; Cucurbitaceas; DOENCA DE PLANTA; FUNGO; MANCHA RETICULADA; PEPINO. |
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Categoria do assunto: |
-- H Saúde e Patologia |
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Marc: |
LEADER 02551nam a2200193 a 4500 001 1025568 005 2014-04-29 008 2003 bl uuuu m 00u1 u #d 100 1 $aREBELO, J. A. 245 $aMancha reticulada (Leandria momordicae Rangel) em cucurbitaceas. 260 $a2003. 230 f.$c2003 500 $aTese (Doutorado em fitotecnia área de concentração fitossanidade)- Universidade Federal do Rio grande do Sul, Porto Alegre, RS, 2003. 520 $aLeandria momordicæ é um importante patógeno de cucurbitáceas. No entanto, além da baixa eficiência dos agroquímicos usados no seu controle, pouco se sabe sobre a sobrevivência, hospedeiros, variabilidade genética, fontes de resistência, virulência e comportamento in vitro deste fungo, além das desencontradas informações sobre a epidemiologia e o desenvolvimento da infecção em plantas no campo e em estufa. Pesquisou-se, então, em áreas de produção de pepinos no litoral de Santa Catarina e nos laboratórios da Epagri, em Itajaí, SC e da Faculdade de Agronomia da UFRGS, Porto Alegre, RS, controle químico; sobrevivência em hospedeiros, no solo e in vitro; preservação de restos culturais no campo; esporulação e infecção; gama de hospedeiros e de resistência; epidemiologia em campo e em estufa; variabilidade, através de polimorfismo de DNA, via AFLP e plasticidade morfológica. O fungo pode sobreviver no solo, em seus hospedeiros e in vitro, congelado ou em água destilada; apresenta anastomose e variabilidade genética entre isolados de hospedeiros distintos. A doença, cuja sintomatologia varia com a temperatura e umidade, é mais severa sob chuva e temperatura entre 18 a 25 o C. O micélio pode infectar, mesmo sob condições impróprias ao conídio. Cayaponia tayuya, Melothria pendula e Cucurbita maxima foram imunes ao fungo, e Cucurbita pepo, Bryonia cretica, Sicana odorifera, Cucumis metuliferus e Cucurbita pepo var. melopepo também são seus hospedeiros. A esporulação depende de luz, temperatura e meio de cultura e a luminosidade não interfere no crescimento. Colônias, após imersão em água, produzem mais esporos. A doença pode ser controlada pelo efeito guarda-chuva das estufas e por certos agroquímicos e o efeito biocida de Citrobio in vitro não se reproduz, necessariamente, no campo. 653 $aCUCURBITACEA 653 $aCucurbitaceas 653 $aDOENCA DE PLANTA 653 $aFUNGO 653 $aMANCHA RETICULADA 653 $aPEPINO
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Registro original: |
Epagri-Sede (Epagri-Sede) |
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Biblioteca |
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Registro |
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Status |
URL |
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| Registros recuperados : 19 | |
| 9. |  | ANTONIOLLI, M. I.; COSTA, S. W.; GRUMANN, A.; OLIVEIRA NETO, F. M.; MADRID, R. M. Avaliação do comércio e consumo de moluscos bivalves (ostas e mexilhões) na região da Grande Florianópolis (SC). In: CONGRESSO SUL AMERICANO DE AQUICULTURA. SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQUICULTURA, 10. SIMPÓSIO BRASILEIRO SOBRE CULTIVO DE CAMARÕES, 5. FEIRA DE TECNOLOGIA E PRODUTOS PARA AQUICULTURA, 2., 1998, Recife, PE. Resumos... Recife, PE: Associação Brasileira de Aquicultura, 1998. p. 121.| Tipo: Resumo em Anais de Congresso | Circulação/Nível: -- - -- |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 14. |  | ROCZANSKI, M.; COSTA, S. W.; BOLL, M. G.; OLIVEIRA NETO, F. M. Evolução da aqüicultura no Estado de Santa Catarina - Brasil. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AQÜICULTURA, 9., 2000, Florianópolis, SC. Aqüicultura Brasil 2000. Barra Funda, SP: SONOPRESS-RIMO, 2000. p. a04_05.| Tipo: Artigo em Anais de Congresso / Nota Técnica | Circulação/Nível: -- - -- |
| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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| 19. |  | OLIVEIRA NETO, F.M. de; TAVARES JUNIOR, J.J.; MIGUEL, V.; RODRIGUES, P. de T.R.; SANTOS, A.A.; TEODORO, M. das N.; SANTOS, E.M. dos; POLUCENO, R.; OGLIARI, R.A.; MARCOLLA, J.C.; RADAELI, I.S.; TEDESCO, E.; MIRANDA, L.C.G. de. Situacao socio-economica dos pescadores artesanais que operam na pesca de arrasto de camaroes de Santa Catarina: relatorio final. Florianoplis: Epagri - Gerencia de Aquicultura e Pesca, 1995. 16p.| Biblioteca(s): Epagri-Sede. |
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